sábado, 26 de novembro de 2016

Fidel foi-se, com a foice e,... já foi tarde!



           Dizem que não devemos comemorar a desgraça de nenhum ser humano, muito menos a morte. Que todos os homens são bons...depois de mortos, é óbvio. Que o importante é perdoar os erros. Que o Comandante Fidel foi marcante para o mundo, etc, etc..
            Bom sobre isto tenho algumas cositas a dizer. Primeiro sou humano, não sou santo. Segundo Fidel marcou muito, principalmente as pessoas que prendeu, perseguiu, que mandou matar no paredón. Estas pessoas viram o quanto Fidel e seus comparsas eram bons, humanos e sabiam perdoar.             Fidel foi-se, já foi tarde. Regozijo-me com sua morte! Comemoro sim, em nome da Liberdade e da Democracia, que me são caros. Considero Fidel tão nocivo a humanidade como foram Hitler, Stálin e Mussolini. Sua morte não deve ser chorada, seus ‘feitos’, devem sim, servir de exemplo do que não queremos para o mundo futuro.
            Minhas condolências, por educação, aqueles que por laços familiares, ideológicos ou de interesses pranteiam a morte deste crápula, meus sinceros pêsames e o desejo que todos vós possais fazer companhia ao ‘Comandante’, em breve, no Inferno.
            A ‘democracia’ da Ilha presídio não permite e reprime quaisquer manifestações de júbilo ao passamento de tão ímpia figura e, obviamente, vão mostrar apenas imagens do povo chorando a perda do líder. Mas as informações vindas de Cuba mostram, principalmente por parte dos jovens, a alegria e alívio pela morte de Fidel. Creio que o ‘comandante’ será muito mais pranteado por outras plagas, como aqui no Brasil, que em Cuba. Os cubanos, como me disseram alguns amigos, hoje dissidentes, gostariam de de comemorar a morte de Fidel, tal qual seus patrícios livres em Miami estão comemorando.
            Fidel foi um assassino, um crápula, misógino, sexista, um genocida na mais emblemática acepção da palavra. Prendeu milhares, separou famílias, assassinou outros tantos no famigerado paredón. Roubou e escravizou seu povo, criou uma ilha presídio privada, onde só os seus e os próceres do partido viviam bem a custa da escravidão e pobreza de milhões. O povo cubano se cala e chora por medo só por isso.
            A história se encarregará de mostrar quem foi Fidel e o relegará a seu lugar no passado junto à assassinos, bandidos e genocidas como Stálin, Átila, Hitler, Mussolini e outros. 
          Cuba?! Cuba dá agora seu primeiro passo rumo a liberdade. Em dois ou três anos um choque do capital transformará a Ilha presídio em um paraíso de férias, onde o povo cubano viverá muito melhor do que viveu nos anos de sombra do Regime Castrista. Sobrarão algumas ‘ relíquias’ do regime, provavelmente transformadas em uma Disneylândia ao avesso, em um parque temático para os esquerdopatas e pseudo-intelectuais matarem a saudade.
            Perdemos, nós os brasileiros, a chance de exilar os esquerdopatas de banânia na tão amada Cuba. Mas o povo cubano não merece mais desgraças.
            Claro que penso que Fidel não morreu nesta data, não mesmo. Fidel morreu a mais ou menos uns dez anos, só que foi muito difícil convencê-lo disto. Aliás como disse Marcelo Madureira ‘a pessoa mais difícil para se avisar da morte de Fidel foi o próprio Fidel’. 
          Imagino que o nosso querido Papa vermelho Francisco, que não abre a boca para lamentar a morte de milhares de cristão executados todos os anos no oriente ou para confortar as famílias e vítimas da pederastia sacerdotal, deverá lamentar muito a morte do assassino e companheiro. 
          Alguns imbecis poderão até querer canonizá-lo, em breve dirão que a morte do companheiro foi uma articulação da direita, pode até surgir uma nova ‘Seita’. Relaxem não foi conspiração foi apenas um misto de velhice com justiça divina.
Fidel não foi executado no paredón como fez com suas desavenças. Que bom! Senão virava mártir. Morreu lentamente e soube antes de sua morte que seu regime faliu, que sua árvore não frutificará.
Como disseram Las damas de Blanco, senhoras que fazem oposição ao regime enquanto pranteiam filhos e maridos assassinados pelo Regime Castrista (algo como Las madres de la Plaza de Mayo cubana), solenemente ignoradas pelas esquerdas do mundo todo,
‘[...] Deus poderá perdoar Fidel,
Nós nunca o perdoaremos! [...]’
            Rancor, sim, rancor de quem sofreu nas mãos desumanas deste ser que tornou mais putrefato o mundo em sua passagem. Mas não se preocupem Senhoras, Deus não o perdoará. Seu lugar está garantido no Inferno ao lado dos outros bandidos e de seus camaradas comunistas.
            Caro Fidel, desejo-te de todo coração que não descanses em paz por toda a eternidade, que queimes no quinto dos Infernos pagando todo mal que fizestes nestes anos de crueldade e ditadura. Que o Tinhoso te acolha e castigue por todo o sempre.
            Ah! Desejos de vingança e rancor não são atitudes cristãs. Bom, já disse sou humano e não santo e o nosso féretro nada tinha de humanidade.
                                                                       Que o Diabo o tenha por toda eternidade!

                                                                                  Viva CUBA LIBRE!!!!!!

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Letra e tradução da música Another brick in the wall (Pink Floyd, 1979)



PS: Nosso blog costuma descrever ideias originais, abrimos uma exceção neste post pois cremos ser interessante publicar a Letra e tradução da música a que fizemos referência na postagem anterior. 
Another Brick In The Wall
Part1
Daddy's flown across the ocean
Leaving just a memory
Snapshot in the family album
Daddy what else did you leave for me?
Daddy, what'd'ja leave behind for me?
All in all it was just a brick in the wall
All in all it was all just bricks in the wall
"You! Yes, you behind the bikesheds, stand still lady! "
When we grew up and went to school
There were certain teachers who would
Hurt the children in any way they could
(oof!)
By pouring their derision
Upon anything we did
And exposing every weakness
However carefully hidden by the kids
But in the town it was well known
When they got home at night, their fat and
Psychopathic wives would thrash them
Within inches of their lives
Part 2
We don't need no education
We dont need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall
All in all you're just another brick in the wall
We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave us kids alone
Hey! Teachers! Leave us kids alone!
All in all it's just another brick in the wall
All in all you're just another brick in the wall
"Wrong, Guess again!
If you don't eat yer meat, you can't have any pudding
How can you have any pudding if you don't eat yer meat?
You! Yes, you behind the bikesheds, stand still laddie! "
Part 3
I don't need no arms around me
And I don't need no drugs to calm me
I have seen the writing on the wall
Don't think I need anything at all
No! Don't think I'll need anything at all
All in all it was all just bricks in the wall
All in all you were all just bricks in the wall

Outro Tijolo na parede
Parte 1
O papai voou pelo oceano
Deixando apenas uma memória
Foto instantânea no álbum de família
Papai, o que mais você deixou para mim?
Papai, o que você deixou para mim?
Tudo era apenas um tijolo no muro
Tudo era apenas um tijolo no muro
"Você! Sim, você atrás das bicicletas, parada aí, garoto! "
Quando crescemos e fomos à escola
Havia certos professores que
Machucariam as crianças da forma que eles pudessem. (oof!)
Despejando escárnio
Sobre tudo o que fazíamos
E os expondo todas as nossas fraquezas
Mesmo que escondidas pelas crianças
Mas na cidade era bem sabido
Que quando eles chegavam em casa
Suas esposas, gordas psicopatas, batiam neles
Quase até a morte
Parte 2
Não precisamos de nenhuma educação
Não precisamos de controle mental
Chega de humor negro na sala de aula
Professores, deixem as crianças em paz
Ei! Professores! Deixem essas crianças em paz!
No fim das contas, era apenas outro tijolo no muro
Todos são somente tijolos na parede
Não precisamos de nenhuma educação
Não precisamos de controle mental
Chega de humor negro na sala de aula
Professores, deixem as crianças em paz
Ei! Professores! Deixem nós crianças em paz!
No fim das contas, era apenas outro tijolo no muro
Todos são somente tijolos na parede
"Errado, faça de novo! "
"Se não comer sua carne, você não ganha pudim
Como você pode ganhar pudim se não comer sua carne? "
"Você! Sim, você atrás das bicicletas, parada aí, garota! "
Parte 3
Eu não preciso de braços ao meu redor
E eu não preciso de drogas para me acalmar
Eu vi os escritos no muro
Não pense que preciso de algo, absolutamente
Não! Não pense que eu preciso de alguma coisa afinal
Tudo era apenas um tijolo no muro
Todos são somente tijolos na parede

Hey! Teachers! Leave them kids alone! (Ei! Professores! Deixem essas crianças em paz!)



         Vinha para casa, entristecido com o que vem ocorrendo nestas infindáveis greves das Universidades Públicas, pensando e repensando minha função de professor, de educador, que tento exercer a quase 25 anos com zelo e dedicação. 
              Procuro ser o mais isento possível e luto sim, por um mundo e um Brasil melhor. Um país forte e justo, conforme acredito, em que o sucesso e a fortuna (no sentido latino da palavra, na sua representação da divindade, a deusa Fortuna) venham unicamente pelo trabalho e pelo mérito. É isto que tento passar a meus alunos e a meus filhos, através de meus atos, de meu trabalho e de meu exemplo.
            Por isso estas greves políticas e sem fundamento, a subserviência de meus colegas, as manipulações do sindicato e o oportunismo dos gestores da Universidade (preocupados somente com suas Funções Gratificadas e com a manutenção de seu pífio poder), me incomodam tanto. Me incomodam a ponto de ficar doente, de deprimir-me, de quase perder as forças para lutar.  Mas sou resiliente ou teimoso como queiram, por isso luto, nem que seja sozinho contra todo este aparato institucionalizado, pelo que acho justo. E esta greve, como todas as demais greves do serviço público, em especial das Universidades Públicas, não é justa. Não é nem mesmo legal. É corporativista, é política, é suja e oportunista.
            Em que neguem os gritos histéricos de meus colegas, o esquerdismo aparelhou nossas Universidades e nossas escolas. E o PT aparelhou as gestões das Universidades Públicas, transformando as casas sagradas do conhecimento em meras caixas de ressonância, ecoando os mantras de seu diabólico projeto de poder.
            Nossas escolas estão sim aparelhadas, são sim instrumentos de formação ideológica a ferro e fórceps, meros espaços de doutrinação ideológica de esquerda. E nós professores somos tratados como meros esbirros do partido, alguns por opção ideológica, outros por estarem cansados e sem forças de lutar contra a máquina perversa da dominação marxista. Somos apenas mais um instrumento de reprodução da ideologia de esquerda.
            Nossas escolas, sob a ‘Teologia’ pedagógica de Paulo Freire deixaram a muito de ensinar (basta ver os pífios resultados dos testes de avaliação escolar) para tornarem-se espaços de doutrinação ideológica. Nós, os professores, não passamos nesta Escola Freiriana, de meros reprodutores de conteúdos vazios de fundamento, mas cheios de conteúdo ideológico marxista. 
          A grande maioria dos professores viraram meros repetidores de ideias atrasadas e ultrapassadas em pelo menos um século, de passagens de livros que não leram e se leram não compreenderam, de conceitos políticos que não compreendem, mas que serviram para doutriná-los e, como um mantra, servirão par doutrinar seus alunos. 
       É ato inconsciente, mas a maioria dos professores repete estes mantras de forma automática, agem como Professores ‘Papagaios de Manicômio’, vociferando besteiras sem lógica como se fossem verdades incontestáveis.
            E, foi nesta reflexão triste e profunda que o rádio de meu carro começou a tocar a música Another Brick In The Wall (Outro tijolo na parede) da banda Pink Floyd. Não poderia haver música mais apropriada ao meus estado de espirito. Claro que foi escrita em outra época, em outro contexto, provavelmente questionando ideias contrárias as que defendo e propondo ideologias idênticas as que me incomodam. Mas os tempos eram outros (os anos 1970), passaram-se 40 anos e esta música, principalmente em seu refrão, mostra o que penso, hoje, sobre minha profissão e sobre os meus colegas.

[...]We don't need no education
We dont need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall
All in all you're just another brick in the wall[...]
(Letra da Música Another brick in the wall – Pink Floyd, 1979).
[...]Não precisamos de nenhuma educação
Não precisamos de controle mental
Chega de humor negro na sala de aula
Professores, deixem as crianças em paz
Ei! Professores! Deixem essas crianças em paz!
No fim das contas, era apenas outro tijolo no muro
Todos são somente tijolos na parede[...]
            Friamente, palavras de um professor: Não, não precisamos desta educação que está ai. Não, não precisamos de doutrinação ideológica em sala de aula, não precisamos de controle mental. Não, nossas crianças não serão mais um tijolo na parede.
            Sabem por quê? Porque o Brasil acordou. Porque retomamos as ruas, porque mesmo cansados e desiludidos somos resilientes. Porque temos o 'escola sem partido'. Porque temos persistência, temos paciência e vamos resistir a todo o aparato dos aparelhos de esquerda. O futuro é de nossas crianças, o futuro é nosso, vamos resistir. Vamos vencer, vamos mudar o Brasil.
             E a vocês caros colegas, fica o recado, na voz do Pink Floyd,
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
(Ei! Professores! Deixem essas crianças em paz!)
Chega de doutrinação, chega de politicagem em nossas Escolas!

Deixem Nossas crianças em PAZ!



Rastafaris, ‘Zintelectuais’, Maconha e Chá de Bosta



              Um amigo me disse que conseguia, ou tentava pelo menos, entender o que se passava por trás dos atos e atitudes dos crentes, religiosos e membros de seitas. Mesmo daqueles mais radicais e fanáticos, tipo estado islâmico. Era uma cegueira ideológica, fanatismo em nome de um deus, qualquer deus, distorcendo e transfigurando os mandamentos deste deus de acordo com suas paranoias. Mas ele compreendia, não que concordasse ou aceitasse, mas compreendia.
           Disse-me que compreendia até a estranha fé Rastafari, cuja peculiaridade se devia, provavelmente, ao consumo de maconha. A chapação dos rastafari em transe justificaria suas atitudes em relação ao mundo. O que meu amigo não conseguia compreender era como pessoas boas, trabalhadores, intelectuais ou ‘zintelectuais’, professores universitários, servidores públicos e outros tantos podiam militar numa Seita de Ladrões como o Lulopetismo. Totalmente cegos aos atos dos seus Próceres e líderes. Compactuando e defendendo a sucia, legando-lhes o status de quase santos. Isto sim ele não conseguia compreender e muito menos aceitar.
            Para ilustrar esta conversa acho que é bom dizer que os Rastafari não são maconheiros (alguns são sim maconheiros e uns tabacudos sem cérebro), mas são devotos de uma religião o Rastafarianismo, que é uma religião messiânica de origem jamaicana que prega o retorno cultural dos negros à África. E cujos seguidores veneram o Ras (Príncipe) Tafari Makonnen, ou Príncipe da Paz, como a reencarnação de Jesus Cristo (o filho de Jah, seu Deus), o novo Messias. Ras Tafari que foi depois coroado como Imperador Haïlé Selassié (Imperador da Etiópia entre 1930 e 1974), nunca deu muita bola aos seus fiéis, mas usava deles como fonte de prestigio nas suas ações diplomáticas e políticas. Utilizam o reggae como música cerimonial,evitam cortar os cabelos e fazem uso ritual da maconha, o que explica seu comportamento e práticas no mínimo inusitadas.
            Mas o que explica a cegueira e o fanatismo dos Lulopetistas? Sem-vergonhice, cara-de-pau e conveniência podem explicar a postura de muitos, principalmente dos Líderes da Seita e do partido. Burrice atávica, a mais pura tabaquice, poderia ser a explicação para alguns casos deste fanatismo. Mas, e no caso dos habitantes dos escalões universitários, de nossas ‘zelites zintelectuais’, o que explicaria o comportamento de rebanho, a repetição dos mantras, a cegueira indelével de nossa elite universitária, cultural e artística?
            Pensei e a resposta me veio como em lampejo divino (garanto que nunca fumei nada e não uso nenhuma droga ilícita. Só tomo um vinho de vez em quando, o que não é o caso). Concluo: foi o uso de muita maconha e chá de bosta.
            Chá de Bosta? É chá de bosta. O PT e os partidos de esquerda nasceram e se constituíram na USP e nas Universidades Públicas do Brasil e depois espalharam seus tentáculos pelos porões sindicais e pelos armários do meio artístico.
      É na Universidade Pública infestada de esquerdopatas travestidos de professores e de intelectuais (os ‘zintelectuais’), que a esquerda brasileira e esta sucia que atende por PT e seus partidinhos de fachada foram concebidos. Nos anos 1970 e 1980 entre uma baforada de maconha, uma festa e um gole de chá de bosta, estes revolucionários lutavam contra a ditadura para tentar implantar outra ditadura. Ficaram por ali tomando um chazinho de bosta de vaca (os gênios davam esporos de cogumelos alucinógenos para as vacas comerem e faziam chá de cogumelos, com a bosta é claro), fumando um baseado e viraram os nossos ‘zintelectuais’, as ‘zelite’ cultural do país, preconceituosa e autoritária. Nossa elite intelectual só gosta de pobre e pobreza amestrada, aquela que se presta como massa de manobra para suas taras marxistas.
            Mas estas criaturas pululam nossas Universidades e espaços artísticos com suas cantilenas ultrapassadas, ideologias do século passado, ranços e gritos. Foram elas que criaram o PT, foram elas que se regojizaram com as taras bolivarianas, foram elas que se lambuzaram com as sobras e migalhas da corrupção, foram elas que se fingiram de cegas ao roubo e a tudo que seus líderes cleptopatas fizeram. E são estes mesmos ‘zintelectuais’ que agora gritam: é golpe! Golpe foi o que eles tentaram dar na nossa democracia, no nosso país.
            Só uma cria concebida do ranço marxista e embalada com muita maconha e chá de bosta na cabeça poderia fazer o que o PT fez ao Brasil e ainda produzir esta cegueira incurável naqueles que deveriam, por sua posição e ‘zinteligência’, enxergar mais longe. Têm de estarem muito chapados ainda.
            O meu amigo diria que uma coisa como o PT, criada entre uma baforada de baseado e um gole de chá de bosta só poderia dar nisso...

                                                                                              ...nessa merda toda!

A Seita aceita cheque!



           O Lulopetismo transformou-se ao longo dos treze anos de Poder em uma verdadeira Seita, com contornos de messianismo, onde os líderes do PT foram ungidos, pela militância, a estatura de divinos, santos e salvadores da pátria.
        Em que pesem as acusações múltiplas, as provas robustas, o enriquecimento visível dos ‘chefões’ do partido, as desculpas vazias e esdrúxulas, a militância continua vociferando, em êxtase, os mantras em louvor as divindades de pés de barro.
            Em minha opinião somente o fanatismo explica esta ridícula postura. Ou é isso, ou temos um caso de burrice monumental atingindo parte da sociedade brasileira, principalmente as ‘zelites’ intelectuais brasileiras[1]Também temos casos de sem-vergonhice crônica e desonestidade intelectual, é óbvio, principalmente entre os 'grandes' do partido que virou Seita.
            Na prática a Seita Lulopetista é uma mistura de tudo isto. Fanatismo, imbecilidade, burrice, cegueira, sem-vergonhice, ladroagem e desonestidade intelectual.
            Estes ‘crentes’ tentaram, por um projeto de poder, destruir todo um país e quase conseguiram. O Brasil acordou, mas a Seita Petista ainda viça e tenta se reerguer das cinzas. Cabe ao Brasil decente extirpar de vez este câncer da sociedade, que quase destruiu o Brasil.
            A Seita mentiu, enganou, corrompeu e roubou pura e simplesmente, não por um projeto de poder ou por uma ideologia marxista (como muitos afirmam) doentia e ultrapassada. Mas para enriquecer e acoitar os seus e os que circundavam seu poder, mamando no Estado e rezando aquela cantilena chata em honra do deus caído Karl Marx e de seus representantes na terra: Fidel, Chávez e Lula.
         A Seita nasceu da estupidez da esquerda, do ranço e do conflito dos Marxistas incapazes, incompetentes e rancorosos. A Seita organizou-se no interior das Universidades Públicas do Brasil, pela imbecilidade e boçalidade dos ‘zintelectuais’ de esquerda (alguns sem-vergonhas outros apenas idiotas úteis sonhadores). A Seita proliferou-se nos Sindicatos e em seus ambientes fétidos, comandados por ‘trabalhadores’ que a muito não trabalham e que defendem com unhas e dentes os privilégios e interesses, os privilégios e interesses dos próprios líderes sindicais, que fique claro. A Seita teve as bençãos da CNBB e dos Padres de batinas vermelhas que infestam a Igreja brasileira. A Seita operacionalizou-se em campo pela ação dos seus ‘exércitos’ de desocupados: os agricultores que nada produzem do MST, os sem-teto que recusam-se a trabalhar por um teto do MTST e os estudantes profissionais que não estudam da UNE.
         A Seita espalhou seus vendilhões do templo em cargos pelas estatais e pelo governo, em qualquer lugar que pudessem corromper, roubar e dominar. A Seita tem seu falastrão, blasfemo, Frei Betto, que conseguiu dizer que ‘quando Lula fala tudo se ilumina’. Putz é muita cara-de-pau, muita falsidade, pois burrice, deste frade vermelho com certeza não é.
            A Seita tem sua musa, pitonisa que muito louca, vocifera fel e vaticínios ininteligíveis por onde passa. Marilena, a burguesa ‘zintelectual’ que odeia a classe média trabalhadora. A Seita tem até seu animal asinino que serviria para carregar a o Líder Brahma nas costas no período entre mandatos, mas que de tão burra derrubou a todos (aquela senhora que até a pouco nos presidiu). E lá, incólume, bêbado e tentando se equilibrar em seus pés de barro atolados na lama está o líder máximo da Seita, Luis Inácio, tentando escapar do inescapável, explicar o inexplicável, justificar o injustificável.
            A Seita roubou, corrompeu, amedrontou e recebeu muito dinheiro. A Seita aceitou caixa 2, propina, jóias, obras de arte, pixulecos, oxigênio. Dólar, real, euro, peso. A Seita aceitou até cheque!
           Mesmo assim alguns dirão que a Seita é de deus, que quer o bem de todos, mesmo que o ‘todos’ não queira o bem que ela lhe deseja. Por mim apenas desejo que os próceres da Seita Lulopetista e seus seguidores paguem aqui na terra, na cadeia e na vida, os seus pecados e loucuras.
Pois na eternidade podem ter certeza que o Tinhoso está aguardando todos os seguidores da Seita para ferverem para sempre no mesmo caldeirão de Marx, Fidel, Chávez e outros da mesma laia.
Não sem antes levarem um abacaxi do tamanho de uma melancia naquele lugar onde tentaram botar em todos nós!




[1] Para a compreensão da posteridade, o termo ‘zelites’ intelectuais é uma brincadeira com o mantra usado pelos líderes petitas, que com sua língua presa, ao culpar as elites por tudo, acabavam pronunciando as ‘zelites’. Ficou a gozação.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

República Bananeira Federativa do Brasil



            Em 15 de novembro de 1889 o Brasil deixa para trás um de seus períodos mais democráticos, o Segundo reinado, período monárquico constitucional, era de ouro da civilização banânica. Longe do que pensa a maioria dos brasileiros a proclamação da República brasileira representou uma involução severa em termos de civilização e de democracia em nosso país. O período monárquico do segundo reinado foi tão ou mais democrático que qualquer congênere republicano. Não sou monarquista, muito menos acho que o regresso da monarquia vá ser solução para os nossos problemas. Antes disso, acho que um retorno à Monarquia, nesta altura do campeonato, só nos traria problemas e conflitos.
            Mas temos de convir que o período republicano brasileiro não é dos mais democráticos. Em 127 anos de Res publica tivemos trinta e sete presidentes (contando os períodos de interinidade e vices que assumiram a presidência) destes catorze foram eleitos de forma indireta (também considerando interinos), oito vices que assumiram (pelos mais diferentes motivos) a presidência, oito militares e ou ex-militares presidentes, 29 presidentes civis e seis cidadãos reeleitos ou que assumiram o mandato em pelo menos duas ocasiões diferentes. Foram dois presidentes que morreram sem ter assumido o cargo, Tancredo Neves e Rodrigues Alves (no segundo mandato), um presidente eleito que não assumiu por conta de um golpe ou revolução (Júlio Prestes), um suicídio, três renúncias, dois impichamentos de presidentes. Pelo menos um Presidente foi eleito e teve o resultado das eleições alterado pela Comissão de Verificação da Legalidade (Comissão do Senado que fazia as vezes de Tribunal Eleitoral, de exceção diga-se de passagem), onde foi alterado o resultado final e tivemos confirmada uma vitória de Hermes da Fonseca (vitória que não ocorreu) sobre Rui Barbosa.
            Foram diversas revoluções, golpes e contragolpes, ações militares, mortes, execuções sumárias, desterros, cassação de direitos políticos e estados de sítio. Os períodos de exceção ocuparam mais que um terço de nosso jovem período republicano. Os militares, ao contrário do que prega a propaganda revisionista oficial da esquerda, não estiveram tanto tempo no poder, embora tenha feito um bom estrago na última vez que por ali passaram.
            Em minha opinião tivemos diversos microperíodos ditatoriais que se encerraram dentro dos próprios mandatos dos dignatários (o período de Floriano Peixoto por exemplo), na maioria das vezes violentos e incompetentes. E três períodos ditatoriais amplos, dois explícitos e um disfarçado de ‘Regime Popular e democrático’. As Ditaduras do Estado Novo e a Ditadura Militar, advinda do contragolpe de 1964, são as explícitas e trazem uma aura de atraso e constrangimento sobre os período em que vigoraram. Já a ‘Ditadura Democrática Bolivariana’ tentou disfarçar-se sob a aura de democracia e o discurso socialista popular. O período ditatorial Lulopetista deixa-nos, além do destroçamento e quebradeira do país, a instalação dos conflitos ‘nós contra eles’ (que destroem a identidade da Nação), a submissão aos Tiranetes e Republiquetas Bolivarianas e a tentativa de manter o poder e implantar a ‘Revolução’ a qualquer preço, traz como sua marca, a vergonha da corrupção endêmica e generalizada como forma de governo. A Era Lulopetista coloca o Brasil, em nossa opinião, como o melhor exemplo de um Regime Cleptocrático, uma Cleptocracia intolerante, sectária e totalitária.
            Claro que tivemos boas coisas neste período republicano. Evoluímos do voto censitário, a cabresto e misógino para o voto livre e para todos. Falta-nos entender que já temos maturidade para implantar (Urgentemente, Caros Representantes do povo brasileiro!) o voto facultativo em nossos pagos. Tentamos de forma equivocada, duas vezes, evoluir para o Parlamentarismo, não emplacou pelo somatório de erros e momentos históricos, mas ainda cremos que a sociedade brasileira evolui a passos largos em direção a este Regime que pode potencializar nossa Nação. Quiçá tenhamos sorte e competência para implantarmos em breve o Regime Parlamentarista em nosso país.
Em termos de Presidentes, na sua maioria foram Caudilhos, Salvadores da Pátria, Tiranetes e ‘Pavões’, mais preocupados consigo e com os seus, com interesses espúrios, com seu enriquecimento e com a manutenção do poder a qualquer custo. Mas tivemos boas iniciativas e bons governantes apesar dos pesares.
Destacam-se neste universo a prudência de Prudente de Morais, o regime sanitarista e disciplinado de Rodrigues Alves, as conquistas trabalhistas do Estado Novo de Getúlio Vargas (o primeiro, verdadeiro e único Pai dos Pobres), o desenvolvimentismo de Juscelino e a estabilidade econômica promovida pelo Real, nos mandatos de Itamar Franco e, principalmente, de Fernando Henrique Cardoso.
Luis Inácio Lula da Silva, em que pese a maré de sorte histórica que acompanhou seu Governo, tentou perpetuar-se no Poder e trouxe atrelado a si o ranço e retrocesso do Marxismo Bolivariano e todo o atraso e incompetência das ideias atreladas a estes pensamentos.
 Tentou solapar o título de Pai dos Pobres, ficou com o título de Rei dos Corruptos e Ladrões, ao instalar a República Cleptocrática do Brasil. Seu provável lugar na história será do primeiro ex-Presidente brasileiro preso (por motivos não políticos) e talvez não esteja sozinho, poderá se fazer acompanhar de seus dois colegas ex-presidentes impichados.
Por isso tudo e muito, mas muito mais, somos ainda uma República Bananeira. Estamos evoluindo, o povo brasileiro está tomando as rédeas de seu futuro, de seu país, do seu Brasil. Quiçá ainda possamos viver em uma verdadeira Res publica, justa, livre e repleta de oportunidades para seus cidadãos. Mais que um lugar para viver ou do lugar em nascemos, que o futuro transforme nossa jovem República na PÁTRIA de todos os brasileiros, fazendo valer o verso de nosso Hino Cívico da Proclamação da República....

[...]O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos! [...]


            Parabéns Cidadãos brasileiros, levantemos nossas cabeças e sigamos adiante. Que o 128º Ano da República, hora nascente, traga-nos a transição de nosso país para uma verdadeira Nação. Que seja o ano em veremos o Sr. Luis Inácio Lula da Silva e seus asseclas no lugar que merecem, a cadeia da República de Curitiba.

sábado, 12 de novembro de 2016

Breves considerações ao comentário do leitor Joaquim Francisco (Trumpets of Armageddon I)



            O textículo ‘Trumpets of Armageddon I’ publicado aqui e na paia e querida Gazeta da Besta Fubana recebeu na escrota gazeta um comentário interessante do leitor Joaquim Francisco ao qual gostaria de tecer algumas considerações.
                Assevera no seu comentário, em dado momento, o dileto leitor que, “[...] mas apartedo (sic) texto(já tivemos nosso.....terra arrasada) não bate com várias informações. Seu texto está correto?[...]”.
                O caro Joaquim refere-se a uma passagem sobre eleições no Brasil em que o vencedor teve menos votos que o vencido e sobre governos brasileiros que terminaram em terra arrasada. Bom a história é algo bastante, digamos, impreciso pois é contada em versões dos fatos e não em fatos. A sabedoria popular diz que a ‘história é feita por heróis e contada por quem tem a voz mais alta’, ou seja, a história é contada por quem detém o poder no momento. Regimes autoritários em geral tentam recontar a história do país para justificar seus atos e atitudes, foi assim na Alemanha Nazista, na União Soviética, em Cuba e no Brasil de Vargas, da Ditadura Militar e do período nefasto do Lulopetismo. Mudam-se os fatos ou sua interpretação e muda-se pois a forma de contar a história.
                Por outro lado as histórias relativas aos mandatários máximos do Brasil resumem-se, grosso modo, a biografias chapa-branca e a enfadonhos amontoados de datas e lugares transcritos da agenda oficial. Além destes fatos temos as reinterpretações da história amplamente trabalhadas em nossos três períodos ditatoriais, pelo DIP no Estado Novo, pela Ditadura Militar após a contra-revolução de 1964 e pelos marqueteiros na Ditadura Branca da Era Petista (sendo esta a mais danosa e mentirosa em termos de reescrita dos fatos históricos). 
                  Mas ainda é possível buscar em Jornais da época (mesmo com a Imprensa brasileira tendo sofrido censura de fato ou branca em praticamente todo o período republicano), em obras ‘ficcionais’ de grandes autores pátrios e em documentos especialmente no exterior, uma luz sobre a verdade da história brasileira. Eduardo Bueno, Laurentino Gomes, Boris Fausto são bons exemplos de autores que buscam resgatar nossa verdadeira história. Recomendo a leitura do excelente ‘Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes da República’ do autor Paulo Schmidt, onde poderemos ter uma ideia de quem foram nossos mandatários máximos.
                Sobre o texto anterior, o Senador Gaúcho Pinheiro Machado conta hoje no RS com o status de herói dos pampas e intelectual notável. Esta fama foi garantida pela propaganda do regime militar de 1964 que fomentou o culto aos ‘Heróis’ da derrotada Revolução Farroupilha e de outros políticos já devidamente mortos, tentando evitar o culto a políticos como Brizola e Jango que a época estavam perigosamente vivos. Assim Pinheiro Machado passou a fazer parte do Panteão dos Heróis Gaúchos.
                 Pinheiro Machado era Senador e foi acusado de participar do atentado frustrado contra o então Presidente Prudente de Morais, em 5 de novembro de 1897, que acabou por vitimar o Ministro da guerra Marechal Carlos Bittencourt. Afastado por esta suspeita Pinheiro Machado foi reconduzido pelo Presidente Campos Sales que sucedeu Prudente de Morais. Deste tornou-se Conselheiro e teve ascensão meteórica no Poder Nacional. Rodrigues Alves, paulista, sucedeu o péssimo governo de Campos Sales. O primeiro Governo de Rodrigues Alves teve como base o saneamento, a erradicação da febre amarela e de outras doenças (contou com o aliado Oswaldo Cruz) e a modernização do Rio de Janeiro, então capital Federal. Fez um Governo considerado excelente, saiu da Presidência aclamado, mas não conseguiu indicar o candidato que queria a sua sucessão pois não teve o apoio de quem? De Pinheiro Machado, que era o todo poderoso líder do ‘Bloco’ (algo como o atual centrão) e Vice-presidente do senado que impôs como Candidato da situação Afonso Pena, que acabou eleito.                     Afonso Pena tentou afastar-se de Pinheiro Machado mas não conseguiu pois seu Vice Nilo Peçanha era muito ligado ao senador gaúcho. Mesmo assim o presidente tentou ‘quebrar’ o ‘Bloco’ e ter base própria no Congresso. Neste momento, Pinheiro Machado comandava através de fantoches a Comissão de Verificação de Poderes, formada por Senadores e quem tinha o poder de cassar mandatos seja por ‘problemas’ durante a eleição, seja por 'problemas' durante o mandato (um misto de Comissão de ética e TSE, com poder onipresente de cassar políticos), e com isto cassou todos os opositores obtendo um Congresso para lá de dócil.
                Afonso Pena tentou articular um sucessor (não era permitida a reeleição na época), mas Pinheiro Machado articulou a candidatura de Hermes da Fonseca, ministro de Pena. Após uma forte discussão com Hermes, Afonso Pena passou mal e veio a falecer logo em seguida. Assume a Presidência o Vice Nilo Peçanha, forte aliado de Pinheiro Machado. Algo interessante Nilo Peçanha se descrevia como mulato, mas suas fotos e representações levam a crer que estava mais para Joaquim Barbosa que para Obama, ou seja, sem nenhum preconceito, já nos anos 1910 tivemos um Presidente negro e isto não foi obra do PT ou das esquerdas. O Brasil sempre foi um país mestiço e até o PT chegar ao Governo não havia vergonha ou conflito por isto.
                Nilo Peçanha foi apenas um testa de ferro de Pinheiro Machado. Seu sucessor foi o Marechal Hermes da Fonseca (sobrinho de Deodoro), candidato de Pinheiro Machado que recebeu 126.392 votos, seu adversário Rui Barbosa (cometi um erro no outro texto pois disse tratar-se de Rodrigues Alves, que não foi o candidato de fato, mas foi um grande apoiador de Rui Barbosa) recebeu 200.259 votos. Ganhou mas não levou, a Comissão de Verificação de Poderes comandada por Pinheiro declarou Hermes vencedor com cerca de 400.000 votos, vindos não se sabe de onde (a eleição teve mais votos que eleitores habilitados). Pedimos desculpas por nosso erro, vamos corrigir no texto original.
                Hermes da Fonseca foi um presidente tão ‘bom’ que a polícia proibiu que os jornais dessem como palpite do jogo de bicho (algo comum) o número do burro. Sabem por quê? Porque falar em burro era considerada referência ao Sr. Presidente. Quem Governou foi Pinheiro Machado. O Governo péssimo e os desafetos não permitiram que Pinheiro Machado indicasse seu pré candidato a Presidência da República, ele mesmo. Em seu lugar concorreu e foi eleito Venceslau Brás. O Governo Hermes da Fonseca deixou terra arrasada após sua passagem e o país destruído após sua passagem, como os Governos do PT na atualidade (por isso a referência).
                Dizem que no comando da famigerada Comissão de Verificação dos Poderes, P. Machado dizia ‘Eleito o Sr. foi, o que não vai ser é diplomado’ (Fonte: Schmidt, 2016 – Guia Politicamente incorreto dos Presidentes da República), foi assassinado em 1915. Rodrigues Alves (agora sim) foi o primeiro presidente a ser reeleito. Não foi empossado pois foi vítima da gripe espanhola, assumiu seu Vice Delfim Moreira, primo do ex-presidente Venceslau Brás.
                Como te disse há, atualmente, há boas referências sobre a história republicana do Brasil e sobre a história de nosso país, algumas foram citados neste texto, há outras. Autores que longe de ideologias e manipulações tentam resgatar a verdadeira história de nossa Pátria.
                Nestas parcas linhas falamos de traição, corrupção, venda de influência, nepotismo e outras cositas. Algo comum no Brasil de antanhos e no Brasil de hoje, temos como povo, meu caro Joaquim, que reagir e transformar nossa Pátria.
                A história é sábia e pode mostrar-nos os erros do passado evitando que os cometamos de novo, mas para isto temos que a despir de mitos e ideologias. A esquerda brasileira vem prestando um grande desserviço ao Brasil ao tentar reescrever nossa história, com sua visão destorcida, algo tão deletério aos nossos estudantes como o foram as tentativas semelhantes durante os períodos ditatoriais.
 Cabe-nos reagir e veicular a verdade dos fatos. Ou pelo menos uma outra versão e deixar que cada um crie sua verdade, a partir de sua vivência e de suas experiências.

           Não queremos ser donos da verdade, como alguns que criticamos, portanto meus caros amigos, considerem tudo aqui escrito como apenas mais uma versão, fruto de nossos estudos e leituras. Falha como tudo aquilo que é humano. 
                Esperamos que esta versão lhes seja útil para criarem suas próprias interpretações e...versões.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

The TRUMPets of Armageddon (As Trumpetas do Armagedon) – Parte II.[1]



               Meu Deus! Meus deuses! Que catástrofe. Parem o mundo quero descer. Donald Trump venceu as eleições americanas. Oh, caos, oh mundo cruel. Como?! Como isto aconteceu?! Como permitimos?! Não, não permitiremos. Fora Trump!
            Acho que já escrevi isto. É, já escrevi isto. Acho que estou ficando tanso, deve ser o convívio com os pseudo-intelectuais de nossas Universidades, estes esquerdóides repetem tanta besteira que acabam por deixar-nos confusos.
Ah, o Trump é reacionário. É! Diz uma penca de besteiras. É misógino. É preconceituoso. É um mentiroso oportunista. Sim, sim, sim e talvez. É um imbecil. Provavelmente. Mas venceu a eleição, contra tudo e contra todos, o que denota obstinação e competência. 
Pagou muitas vezes o preço de dizer o que pensa, de ser politicamente incorreto, mas isto para nós é uma grande virtude. Um homem que insurge-se contra a ditadura do Politicamente Correto deve ter um lugar de honra no panteão do heróis da Humanidade. Esperamos sinceramente que faça escola.
Mas e os disparates que prometeu. Quais?! O muro na fronteira? Já existe. Deportar ilegais? Obama deportou mais ilegais que qualquer Presidente americano antes, na surdina. Afinal ilegais estão (pasmem)...fora da lei. E lá, nos EUA, a lei é (pasme de novo) para todos. Melhor deportar ilegais as claras, dentro da lei do que extraditar dois inocentes boxeadores que tentavam fugir da Ilha Presídio de Cuba e foram presos e deportados de volta pelo nosso, então Ministro da Justiça, o humanitário Tarso Genro. Estes pobres homens foram mandados de volta para o inferno, para a cadeia e a tortura pelo mesmo homem que concedeu ‘asilo’ político ao ilegal, terrorista e assassino Cesare Batistti.
Fazer a América grande de novo? Nacionalismo exacerbado, sim. Mas se o Presidente de uma nação não pode exaltá-la e querer torná-la maior e melhor quem poderá. Ah, talvez nossos democratas líderes petistas, nossos esquerdopatas ou os pseudo-intelectuais que infestam nossas Universidades, contrários a globalização e a qualquer coisa que venha da América tenham uma ideia melhor.
Eles são os mesmos que tem arroubos nacionalistas e querem crucificar em Praça Pública qualquer um que para eles queira espoliar as nossa riquezas, privatizar nossas estatais, caras e incompetentes. E isto não é nacionalismo? Claro que é. Nossos esquerdistas em geral e petistas em particular acham que as estatais como a Petrobrás só podem ser expropriadas e roubadas por eles mesmos, se privatizarmos as estatais onde vão arrumar cabides de emprego, de onde vão poder roubar e espoliar cotidianamente?
Também são estes mesmos idiotas, que querem falar grosso com os EUA, que baixam-se e rebaixam-se para tiranetes e ditadores de republiquetas mundo afora. Os mesmo que aplaudem o traficante disfarçado de índio que expropria nosso dinheiro e nossas refinarias na Bolívia, os mandos e desmandos de Maduro e seus asseclas em nosso território. E elogiam o uso de médicos escravos Cubanos nos nossos rincões, pagando-se regiamente aos feitores que governam a ilha presídio.
 Pelo menos de Donald Trump os americanos podem esperar a altivez de defender acima de tudo sua Pátria, contra todos e tudo. Duvido que sob o Governo Trump vamos ter escravos cubanos nos EUA ou uma América rebaixada perante outros países. 
E, com sua loucura, Trump poderá ser a solução contra a Guerra na Síria, contra o Estado islâmico, contra as ondas de refugiados. Tempos bicudos, tempos difíceis requerem soluções duras e pragmáticas.
Não nos cabe esperar muito de Trump, por isso creio que ele possa surpreender-nos outra vez, positiva e negativamente. Mas seus disparates, suas incoerências, suas inconsequências e suas idiossincrasias são café pequeno se comparadas com vazio de coerência entre a prática e o discurso da esquerda brasileira e mundial.
Nos últimos anos o esquerdismo, o marxismo e suas vertentes fizeram mais mal ao mundo do que cinquenta Trumps poderão fazer.
Não sou americano, não voto nos EUA, se votasse não votaria em Donald Trump e muito menos em Hillary Clinton. Provavelmente teria votado em Gary Johnson do Partido Libertário. Mas desejo que Donald Trump tenha sucesso e seja um grande presidente americano, pelo bem de seu povo, pelo bem de todos nós.

Ah! E para o desespero dos esquerdopatas mundo afora!!!!!!


------------------------------------------------------------------------------------------------------
[1] Observação: Propositadamente escrevemos Trumpetas ao invés de trompetas ou trombetas, numa referência ao Sr Donald Trump.