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domingo, 8 de outubro de 2017

Viado é Viado




Sabem concordo com o Berto (Editor do JBF) nestes últimos dias além dos absurdos da política e dos altos comissionados da justiça, além das notícias sobre a corrupção endêmica e sistêmica em nosso Brasil e, é claro, além da cara-de-pau cada vez mais escrota de Lula. Outro tema tem tomado conta dos noticiários brazucas: arte e viadagem.
Viadagem com ‘i’ mesmo, de viado com ‘i’. Aqui no sul veado é o bicho, a bicha nós chamamos de viado, por isso viadagem com ‘i’, desculpem a redundância.
Só se fala de baitola, de bicha tendo ataques e de exposições de ‘arte’ que deixariam o Kid Bengala constrangido. Achei que não devia opinar, depois fiquei me questionando se não estaria sendo preconceituoso. 
Mas na real, não sou preconceituoso. Tenho opiniões e a tal de constituição ainda me garante o direito de expressá-las. Aliás acho que nossa constituição deveria evoluir e ir ao encontro da bicentenária constituição americana em termos de liberdade de expressão. 
Ninguém pode ficar ofendido pela opinião do outro ou pelo o que o outro é ou deseja ser, não é? Concordo, em grau, gênero e número. Logo ninguém pode tolher ou ofender-se com o que eu penso ou com o que eu digo, direitos recíprocos.
Hora se não podemos criticar isto que ‘eles’ chamam de arte e, que para mim é pouca vergonha, porque ‘eles’ podem censurar o que eu penso. A imprensa resolveu que grupos de pessoas ou grupos da sociedade como o MBL são quase criminosos porque se organizaram e foram as ruas e redes sociais protestar por aquilo que lhes incomoda. 
As esquerdas acham muito bom protestar desde que ela (a esquerda) paute os protestos, se alguém protestar por algo contrário a sua cartilha é fascista, nazista, um monte de ‘istas’, é homofóbico, é de direita, etc.
No Brasil de hoje, se depender 'deles', ser homem, macho, branco, trabalhador, classe média, honesto e ter uma religião (principalmente se for católico) será crime inafiançável. Daqui um tempo ‘eles’ proporão uma exceção nos tais Direitos Humanos para permitirem a fuzilamento em praça pública dos ‘ogros’ e ‘trogloditas’ que ousam ter nascidos brancos, trabalham, temem a um Deus e gostam de mulheres. Que horror! Dirão. Homens que gostam apenas de mulheres?!!
Neste dia tornar-me-ei criminoso, mas antes de me fuzilarem levarei alguns junto. Pois sou, com muito orgulho, um admirador das mulheres em todas as suas dimensões, já disse aqui que não gosto de homem nem por perto. Sou branco, de nascença, embora seja temerário falar isto na miscelânea racial brasileira, mas meu biotipo é caucasiano. Sou trabalhador e ainda estudo. Trabalho de 8 a 10 horas diárias (em aulas, pesquisa, projetos e orientações) e estudo outras quatro horas (estou concluindo minha 5ª graduação, embora já tenha especialização, mestrado e doutorado). Faço caridade, pago meus impostos, tento ser alguém útil na sociedade. Não sou católico, mas isto nem o atual Papa o é, sou espirita (racionalista Cristão). E trabalho diuturnamente por uma sociedade justa e perfeita, à Glória do Grande Arquiteto do Universo.
Em resumo sou o algoz ideal desta canalha, sou o protótipo de tudo aquilo que eles odeiam e querem destruir. Mas não vou, jamais, mudar meus valores por aquilo que os outros pensam. Tenho uma máxima em minha vida ‘posso não concordar com, absolutamente nada, daquilo que dizes; mas lutarei até a morte para que possas dizê-lo’, portanto também não aceito que me impeçam de expor minhas opiniões.
Partindo deste princípio vou expor algumas ideias talvez um pouco incomodas para almas mais sensíveis, mas azar quem não quiser que não leia.
Primeiro não sou preconceituoso contra homossexuais... Aliás tenho vários amigos que o são. Um grande amigo, profissional conceituadíssimo, grande gestor e professor que é homossexual assumido, mas sem os trejeitos e frescuras, sempre diz que chamar viado de homossexual é muita viadagem. Viado é viado! Coisa que o cantor cearense Falcão já nos disse no sucesso ‘Holiday foi muito’.
Tenho amigos e conhecidos viados e sapatões. Dai, algum problema? Não nenhum problema. Eles dão o que é deles, se relacionam com quem querem e fazem de suas vidas o que lhes apraz. Acho isto muito salutar e não tenho nenhum problema com isto.
O problema está quando o cara resolve que eu tenho que achar bonito ou resolve que quer dar para mim ou pior ainda quando ele acha que eu tenho de dar junto. Ai não meu amigo, eu respeito tuas escolhas, respeite as minhas. 
O que eu penso e aquilo que eu quero vivenciar ou com quem quero conviver são escolhas minhas. Se eu respeito as ‘escolhas’ dos outros, que me respeitem, ou o pau vai comer e não no sentido sexual da coisa. 
Liberdade é isto, é fazer de sua vida o que se quer e respeitar as vidas e opiniões dos demais. E ai me incomoda esta cruzada, literalmente, que esta havendo na imprensa tentando nos pôr goela abaixo a ‘causa gay’. Ninguém vai me pôr nada goela abaixo. 
O problema é que querem incutir na cabeça das crianças que é normal, ou pior, que é o correto. E assim vão deturpando nossa juventude. Não pensam na família destas crianças, na formação religiosa e cultural de seus pais. Só querem ‘respeito’ a sua causa.
Se querem respeito que se deem ao respeito, é isto. Já disse que aceito a dita ‘viadagem’. Mas que não é natural, ou melhor, não é a conduta mais natural, não é. Se fosse, a raça humana não se reproduziria sexuadamente (é meus caros para fazer uma criança precisamos de um homem e de uma mulher) e sim partenogeneticamente.
E ai? O que estamos tendo agora? Uma guerra. A mídia nos bombardeia com a causa gay 24 horas por dia, o desgoverno do PT com o Haddad tentou criar uma cartilha gay para crianças e implantar banheiros mistos em escolas (ia ser uma putaria), não conseguiu porque a sociedade reagiu e vai reagir cada vez mais.
A população brasileira é em sua maioria conservadora e religiosa, putaria só na zona e não na televisão. E agora aprendeu a se organizar e vai reagir. E os ‘zintelectuais’ de esquerda dizem que são minorias de direita. 
Não meus caros, não mesmo! São a maioria reacionária (reacionária no bom sentido) da população brasileira. São as famílias que revoltadas com a putaria que os senhores vem pregando resolveram expressar sua opinião. E a esta maioria se juntam os liberais, como eu. De saco cheio das picuinhas, ranços, belicosidade e imbecialidades de nossa esquerda pseudo intelectualizada. 
Este senhores é o peso de uma democracia de verdade. Não aquelas que os senhores admiram tanto em Cuba ou na Coréia do Norte (dois países, aliás, onde ser viado é crime passível de prisão perpétua ou pena de morte). 
Não é a voz da censura ou atraso que estamos ouvindo é a voz do povo. É a voz da maioria absoluta dos brasileiros, respeitem-na!
Claro que cabe ao Estado garantir as liberdades das minorias e sua voz, mas cabe a estas minorias saberem respeitar o que pensa a maioria do país, embora esta maioria agora tenha aprendido a pensar sozinha e diferente daquilo que as esquerdas acham.
Dito isto acho louvável os protestos contra as putarias do Queermuseu e acho que a exposição do MOM em São Paulo deve ser proibida para menores e o dito ‘ator’ ser processado por estupro da menor com quem interagiu. 
Dinheiro público nestes dois casos deve ser devolvido com juros. É o que penso e pelo que ouço nas ruas (não na imprensa, impregnada do ranço esquerdista e que não mais mostra fatos e notícias, apenas versões agradáveis aos esquerdopatas) também é o que pensa a maioria dos brasileiros.
Portanto meus amigos continuo achando que vocês podem dar o que quiserem e fazerem de suas vidas o que quiserem. Mas continuarei pensando que não é o curso natural das coisas, continuarei gostando de mulher cada vez mais (embora eu seja pelotense) e continuarei afirmando que ‘viado é viado’. Homofóbico? Talvez e daí, homofobia não é crime.
Eu respeito suas opções, respeitem as minhas! Democracia e liberdade são isto, fazer o que queremos, falar o que queremos e muitas vezes ouvir o que não queremos.
Eu estou pronto a ouvir e a respeitar pois não deixarei de falar!
Mas e nossas esquerdas e a dita ‘comunidade gay’ estarão prontas a ouvir e aceitar a opinião do Brasil? Só se concordarem com suas pautas? Então vocês não lutam por uma causa, lutam por uma ditadura, lutam pro falsos valores.
E de ditaduras, falsos valores e mentiras estamos cheios!

Um beijo à todos, sem viadagem!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A Universidade Pública é o Lixo da Política Parte II


            [...] Por que estou desesperadamente desesperançoso com a capacidade crítica de nossa Universidade Pública? Porque compreendo que ela é o loci da transformação social e esta transformação pressupõe debate, embate, discordância, fluxo e contra-fluxo de ideias. Só que na Universidade pública brasileira, faz muito tempo, desapareceu a diversidade de pensamento. Há apenas uma unicidade do pensamento ideologizado de esquerda, repetido como um mantra em todos os recantos da Universidade e qualquer divergência mínima deste pensamento é combatida até a destruição. A patrulha ideológica é real e cruel no ambiente universitário, arrasa carreiras, amedronta e agride.
Mas o buraco é mais embaixo ainda. Por que se faz política nas Universidades públicas? Simples, dinheiro e poder. Uma Universidade ou Instituto Federal têm um orçamento anual (incluídas as folhas de pagamento) que suplanta a grande maioria dos municípios de médio porte brasileiros. Um Reitor em uma Universidade pública tem centenas de cargos de confiança para nomear, muito mais que os prefeitos dos municípios que as abrigam. 
São cargos que podem ser usados para nomear correligionários de fora da Universidade ou pessoal da própria Universidade (na maioria dos casos) e os valores das CC’s somam-se aos salários dos servidores variando entre R$ 600,00 a mais de R$ 7000,00 (há funções de menor valor mas a maioria se situa nesta faixa, no caso das Universidades e Institutos Federais).
Há também o poder de indicar pessoas para Comitês e Conselhos, a destinação de bolsas, de verbas de pesquisa e extensão, diárias, viagens nacionais e internacionais e uma série benesses para os mais próximos e apaniguados do poder ‘reitoral’. Por exemplo qualquer Universidade e/ou Instituto Federal tem em suas contas pelo menos uma centena de telefones celulares ditos institucionais, com as contas liberadas e pagas pelo povo, que são distribuídos para aqueles que comungam das benesses e da proximidade do gestor.
É muito poder e dinheiro e isto cresceu mais ainda durante os Governos do PT com a expansão Universitária. Esta expansão foi feita de forma politiqueira e não técnica e, ao invés de qualificar os cursos (muitas vezes precários) já existentes, passaram a abrir campi nos mais diversos rincões do país. 
Na maioria das vezes a expansão se deu através de escolhas políticas, ou seja, o prefeito ou um deputado da região fazia parte de partidos da base ou tinha influência suficiente e pronto a cidade ganhava um campus de Universidade ou Instituto Federal, as vezes dos dois. 
Há municípios em são ofertadas mais vagas de ingresso no ensino superior do que egressos do ensino médio, anualmente. Dinheiro jogado fora e, em municípios que faltam estruturas mínimas para o ensino básico. Pura politicagem.
Mas os partidos políticos de esquerda, que já dominavam o ambiente universitário, aproveitaram para aparelharem ainda mais as Universidades promovendo mais um expurgo das ideias contrárias.
O grande poder econômico e estratégico dos reitores e da gestão nas Universidades e Institutos públicos (especialmente federais) fez com que partidos como PSOL, PSTU, PSB, PC do B, PT e Rede passassem a disputar quase a tapa estes cargos. Fazendo qualquer coisa pelo poder gestor nas Universidades, tornaram ainda mais suja a prática política em nossa academia.
A eleição para Reitor, além de encerrar um poder bastante considerável no cargo, é realizada em um ambiente em que há grande hegemonia ideológica (apesar da grande disparidade de interesses individuais e de grupo) mas um ambiente restrito. 
Praticamente, além da disputa entre os candidatos a única divergência é sobre o tipo de voto Universal (o voto tem peso individual) ou Paritário (cada grupo professores, técnicos e alunos tem 1/3 do peso final nas eleições). O que é um absurdo pois quem paga a conta, os salários e a ineficiência destas instituições é a sociedade e ela, a sociedade, é solenemente ignorada e desprezada no processo de escolha dos gestores desta montanha de dinheiro público.
Lançada a eleição é a política do vale-tudo. Promessas, mesmo ilegais, viagens, cargos, bolsas, benesses. Pode-se tudo nesta disputa por poder, em um ambiente restrito, com pequeno número de eleitores e totalmente alijado dos sentimentos e necessidades da sociedade que paga a conta, mas que vai glorificar o vencedor com um poder econômico e político imenso.
Campo fértil dos partidos de esquerda, estes transformaram a política universitária em um fac-simile de suas ideologias torpes e conseguiram criar um laboratório de testes para uma política ainda mais suja do que aquela que é praticada pelos executivos e legislativos Brasil afora.
Como esperar que desse ambiente saiam ou sejam formados aqueles livre pensadores que vão romper com o ciclo vicioso da política brasileira, nivelando por cima nossa medíocre democracia? É extremamente complicado esperar que aqueles que comungam e vivenciam este ambiente possam ser capazes de fomentar a mudança.
É preciso 'desesquerdizar' a Universidade brasileira. É preciso mudar o acesso a Carreira docente (com concursos e lotações centralizados no MEC, evitando que o ingresso de novos docentes seja direcionado e atenda critérios ideológicos tão danosos ao ambiente acadêmico, mas extremamente comuns nas Universidades públicas), fazendo valer o esquecido principio constitucional da impessoalidade. 
Precisamos democratizar os Conselhos Universitários, órgãos máximos da Gestão Universitária e ao qual a sociedade não tem o mínimo acesso. São formados endogamicamente pela comunidade universitária, com viés político e não técnico. Chegam ao extremo de poderem decidir os próprios salários (dos servidores da Universidade) nas Universidade Estaduais de São Paulo. É um sonho um emprego onde um grupo de funcionários decide o salário, deles e dos colegas. 
E, principalmente, precisamos mudar a forma de escolha dos gestores passando de eleições para seleções públicas, em todos os principais cargos de gestão. Que escolham-se os mais capazes, independente de grupos políticos e/ou ideológicos. Que aprendam a trabalhar de forma colegiada superando suas diferenças.
Parece um sonho distante, mas vejo, com grande entusiasmo, surgirem aqui e acolá grupos de resistência que contestam e desafiam o status quo  do ‘aparelho esquerdista’ universitário. Em geral são alunos, ainda tímidos, mas que aos poucos vêm recebendo o apoio de professores e demais servidores.
Precisamos reagir, precisamos urgentemente desaparelhar e 'desequerdizar' as Universidades e Institutos de educação superior públicos do Brasil. Precisamos limpar o fétido ambiente político que instalou-se e gerencia o lixo em que se transformou a política universitária no país. Só assim daremos o primeiro passo na moralização de toda a política brasileira.
Mas para romper o ciclo vicioso temos que começar rompendo o aparelho de gênese política podre que instalou-se nas nossas Universidades públicas.
Comecemos e rápido. Há muito que fazer.

Lembremo-nos:             A Universidade Pública é o Lixo da Política brasileira.


                                                                                  Segue...

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

The TRUMPets of Armageddon (As Trumpetas do Armagedon) – Parte II.[1]



               Meu Deus! Meus deuses! Que catástrofe. Parem o mundo quero descer. Donald Trump venceu as eleições americanas. Oh, caos, oh mundo cruel. Como?! Como isto aconteceu?! Como permitimos?! Não, não permitiremos. Fora Trump!
            Acho que já escrevi isto. É, já escrevi isto. Acho que estou ficando tanso, deve ser o convívio com os pseudo-intelectuais de nossas Universidades, estes esquerdóides repetem tanta besteira que acabam por deixar-nos confusos.
Ah, o Trump é reacionário. É! Diz uma penca de besteiras. É misógino. É preconceituoso. É um mentiroso oportunista. Sim, sim, sim e talvez. É um imbecil. Provavelmente. Mas venceu a eleição, contra tudo e contra todos, o que denota obstinação e competência. 
Pagou muitas vezes o preço de dizer o que pensa, de ser politicamente incorreto, mas isto para nós é uma grande virtude. Um homem que insurge-se contra a ditadura do Politicamente Correto deve ter um lugar de honra no panteão do heróis da Humanidade. Esperamos sinceramente que faça escola.
Mas e os disparates que prometeu. Quais?! O muro na fronteira? Já existe. Deportar ilegais? Obama deportou mais ilegais que qualquer Presidente americano antes, na surdina. Afinal ilegais estão (pasmem)...fora da lei. E lá, nos EUA, a lei é (pasme de novo) para todos. Melhor deportar ilegais as claras, dentro da lei do que extraditar dois inocentes boxeadores que tentavam fugir da Ilha Presídio de Cuba e foram presos e deportados de volta pelo nosso, então Ministro da Justiça, o humanitário Tarso Genro. Estes pobres homens foram mandados de volta para o inferno, para a cadeia e a tortura pelo mesmo homem que concedeu ‘asilo’ político ao ilegal, terrorista e assassino Cesare Batistti.
Fazer a América grande de novo? Nacionalismo exacerbado, sim. Mas se o Presidente de uma nação não pode exaltá-la e querer torná-la maior e melhor quem poderá. Ah, talvez nossos democratas líderes petistas, nossos esquerdopatas ou os pseudo-intelectuais que infestam nossas Universidades, contrários a globalização e a qualquer coisa que venha da América tenham uma ideia melhor.
Eles são os mesmos que tem arroubos nacionalistas e querem crucificar em Praça Pública qualquer um que para eles queira espoliar as nossa riquezas, privatizar nossas estatais, caras e incompetentes. E isto não é nacionalismo? Claro que é. Nossos esquerdistas em geral e petistas em particular acham que as estatais como a Petrobrás só podem ser expropriadas e roubadas por eles mesmos, se privatizarmos as estatais onde vão arrumar cabides de emprego, de onde vão poder roubar e espoliar cotidianamente?
Também são estes mesmos idiotas, que querem falar grosso com os EUA, que baixam-se e rebaixam-se para tiranetes e ditadores de republiquetas mundo afora. Os mesmo que aplaudem o traficante disfarçado de índio que expropria nosso dinheiro e nossas refinarias na Bolívia, os mandos e desmandos de Maduro e seus asseclas em nosso território. E elogiam o uso de médicos escravos Cubanos nos nossos rincões, pagando-se regiamente aos feitores que governam a ilha presídio.
 Pelo menos de Donald Trump os americanos podem esperar a altivez de defender acima de tudo sua Pátria, contra todos e tudo. Duvido que sob o Governo Trump vamos ter escravos cubanos nos EUA ou uma América rebaixada perante outros países. 
E, com sua loucura, Trump poderá ser a solução contra a Guerra na Síria, contra o Estado islâmico, contra as ondas de refugiados. Tempos bicudos, tempos difíceis requerem soluções duras e pragmáticas.
Não nos cabe esperar muito de Trump, por isso creio que ele possa surpreender-nos outra vez, positiva e negativamente. Mas seus disparates, suas incoerências, suas inconsequências e suas idiossincrasias são café pequeno se comparadas com vazio de coerência entre a prática e o discurso da esquerda brasileira e mundial.
Nos últimos anos o esquerdismo, o marxismo e suas vertentes fizeram mais mal ao mundo do que cinquenta Trumps poderão fazer.
Não sou americano, não voto nos EUA, se votasse não votaria em Donald Trump e muito menos em Hillary Clinton. Provavelmente teria votado em Gary Johnson do Partido Libertário. Mas desejo que Donald Trump tenha sucesso e seja um grande presidente americano, pelo bem de seu povo, pelo bem de todos nós.

Ah! E para o desespero dos esquerdopatas mundo afora!!!!!!


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[1] Observação: Propositadamente escrevemos Trumpetas ao invés de trompetas ou trombetas, numa referência ao Sr Donald Trump.