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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

199 anos de Independência e...de Liberdade?

 


 

Há 199 anos atrás, nas margens do Riacho Ipiranga, um Grito, um Brado concretizou aquilo que já vinha sendo arquitetado por forças políticas, pelas lideranças nacionais, pela Ordem Maçônica e, por tantos outros atores lembrados e/ou esquecidos pela história oficial: a Independência do Brasil.

O processo de Independência do Brasil era algo inevitável e inadiável, aconteceria em breve, de uma forma ou outra. As forças vivas nacionais se articularam para que a Liberdade, ante as Nações do mundo, viesse de uma forma menos traumática, evitando conflitos caros, em vidas e recursos e, possibilitando que as Nações recém separadas seguissem seus caminhos preservando os laços fraternos que as uniram por séculos.

Fez-se assim a Independência do Brasil pelas mãos do Príncipe herdeiro do Reino de Portugal, nosso primeiro Imperador, Pedro I do Brasil e Pedro VI de Portugal. A história oficial registra o nascimento e todos os acontecimentos, heróis e líderes do país a partir de sua “maioridade”. Mas não registra os milhões de brasileiros que deram suas vidas, sacrificaram suas famílias, dedicaram seu trabalho, pela Liberdade da nação. Joãos e Marias, da Silva ou da Selva, que viveram e morreram pelo Brasil. Viveram honesta e modestamente, morreram de velhice, de trabalho, em guerras, revoluções ou desbravando nosso imenso território.

Estes brasileiros, nossos avós e bisavós, brancos, índios, negros, asiáticos, japoneses, alemães, russos, espanhóis, árabes, libaneses, portugueses, italianos e muitos outros, deram sangue, alma, vida por esta terra, pela nossa liberdade. Por isso esta Nação não tem dono, não tem etnia, não tem ninguém com direito a precedência, ela é de todos nós, por herança justa e de sangue.

Dizem, alguns “patriotas” e, outros tantos “idiotas”, que nunca fomos independentes, que somos colônia da Inglaterra, dos EUA ou da China. Ser Colônia ou Império é apenas um estado de espírito. Claro que em minha opinião, no Universo entre as Nações só resta um destes dois papéis e, o Brasil, gigante adormecido, deve ocupar seu papel. Não sei vocês, mas eu não quero ser colônia, então que sejamos Império. E, parece-me que o povo brasileiro acordou e, também, pensa assim.

Mas para nos consolidarmos temos, primeiro, que limpar a casa, tirar os esqueletos do armário, colocar regras, mostrar que quem manda é o povo, não esta corja de vagabundos que infestam nossas instituições e serviço público. Devemos defenestrá-los, de preferência de uma janela no mais alto dos arranha-céus, ou do alto do prédio do Congresso Nacional. Radicalismo? Não, SACO CHEIO.

E, novamente, parece-me que o povo, o povão, aquele que trabalha, paga impostos e sustenta esta escumalha, também está de saco cheio. Uma hora isso ia acabar acontecendo. Finalmente percebemos que o maior bem, aquilo pelo qual lutaram nossos avós e pais, o motivo do sacrifício dos pracinhas da FEB, foi apenas um: LIBERDADE.

Ser Independente, ser um país livre, ser uma Nação é, simplesmente, ser LIVRE. Ser um povo que tem LIBERDADE de ser, fazer e querer, ter liberdade de escolher, de criticar e de pensar.

Por isso é que o estabilishment está reagindo desta forma, medo. O que será de suas mordomias, gordos salários, estabilidade ante um povo que questiona se eles são realmente necessários. O que será dos “formadores de opinião” quando o povo acorda e já tem opinião formada? Desespero e reação...forte, tal qual o abraço do afogado.

Hoje, 7 de setembro de 2021 teremos a maior prova de nossas vidas. Ou vamos para a rua, ou vamos para o confronto, se necessário for, ou seremos escravos “deles”, da escumalha, da esquerda corrupta, do “bom mocismo” que defende o bandido e condena a vítima. Passaremos a vida, o que nos resta dela, algemados aos grilhões que tentam nos impingir, escravos do estado...mas é para o nosso bem...sempre dirão, eles, os que querem nos acorrentar.

Já tivemos provas do que são capazes nesta pandemia. Mas eles são capazes de muito mais. Temos de honrar o sangue e os sacrifícios de nossos antepassados e “lutar” metafórica, ou literalmente, pela LIBERDADE.

Lembrem-se de Benjamin Franklin: “Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança.”

Direitos importam! Fraternidade, Igualdade, Humanidade Boa-Vontade, tudo importa! Mas nada disto é possível sem uma coisa primeira, sem aquilo que é o mais importante ao homem: Liberdade! Que o digam os cubanos, venezuelanos e outros tantos que vivem sob o manto ditatorial da esquerda. Ou aqueles que foram vítimas do bom-mocismo da sociedade ocidental: vejam os Afegãos, vítimas das “boas intenções” de Biden, de Holywood e dos progressistas americanos. Rezo para que um dia eles possam devolver as “boas intenções”.

Milton Friedman nos disse que “Uma sociedade que coloca igualdade antes da liberdade acabará por ficar sem nenhuma. A sociedade que coloca liberdade antes da igualdade acabará com uma boa medida de ambas.

Está na hora de mudarmos nosso Brasil, de assumirmos o leme de nossas vidas. Temos de ir à rua mostrar nossa Virtude, mostrar as virtudes e o caráter deste povo trabalhador, honesto e sacrificado. Colocar esta súcia no seu devido lugar.

O Hino Gaúcho nos dá a toada e prevê o futuro daqueles que não fazem por merecer sua LIBERDADE: 

“Mostremos valor, constância

Nesta ímpia e injusta guerra,

POVO QUE NÃO TEM VIRTUDE

ACABA POR SER ESCRAVO”

Hoje é o dia, não tem outra data, faça chuva ou faça sol, vá para a rua. Ou fique em casa, lugar dos covardes, ou vá se juntar a eles, aqueles que corrompem, prendem, soltam, mandam e desmandam no país, à revelia da lei, da moral e da Constituição. Só você sabe quem você é e o que você quer.

Não é por Bolsonaro, por um partido político ou por qualquer político. É PELO BRASIL, POR VOCÊ, POR SUA FAMÍLIA, POR SEUS FILHOS.

Levante essa bunda da cadeira e vá para a rua, faça jus aquilo que de mais caro você herdou: SUA LIBERDADE.

HOJE, NAS RUAS DO BRASIL, SOB AS BÊNÇÃOS DO PAI ETERNO (QUAL SEJA ELE), FAREMOS UM MAR VERDE-AMARELO, ECOAR UM GRITO DO IPIRANGA QUE NOS LIBERTARÁ DE VEZ. E, AOS INIMIGOS DA PÁTRIA, AOS VENDILHÕES E USURPADORES DA PÁTRIA AMADA, NOSSO GRITO SOARÁ COMO AS TROMBETAS DO ARMAGEDON!

DEUS, PÁTRIA E LIBERDADE!

BRASIL ACIMA DE TUDO!

sábado, 4 de março de 2017

Liberdade de imprensa???



A liberdade de imprensa é fundamental à Democracia, à Liberdade e a manutenção do Estado de Direito.
Observa-se no germe de qualquer estado autoritário a tentativa de supressão da imprensa livre. Exemplos contundentes existem aos milhares, ditaduras de esquerda e de direita têm como um dos pontos comuns, além do desprezo pela liberdade do individuo e o culto a suas lideranças, a supressão e erradicação da imprensa livre.
Umas das diferenças entre ditaduras e proto-ditaduras de esquerda e de direita é que as últimas encontram na imprensa e na sua palavra uma das últimas trincheiras de resistência ao totalitarismo.
Já nas de esquerda, a ferramenta da propaganda e da mitologia são usadas de maneira muito eficiente e, muitas vezes ao invés de silenciar a imprensa o regime despótico a coopta. O fim é o mesmo, o caminho é que diferente.
Até ai nenhuma novidade. O que me surpreende é o grau de submissão da imprensa mundial e da classe artística à falida ideologia marxista. A imprensa mundial coloca-se de joelhos, voluntariamente, a serviço de ditadores e tiranetes.
A queda do muro de Berlim e o fim da União Soviética, parece-nos, produziu uma leva de órfãos de Karl Marx, devidamente instalados na imprensa, na classe artística e no meio intelectual. 
Ao primeiro sinal de que esta utopia nefasta poderia ressurgir estes ‘agentes’ assumiram o posto de ‘arautos da boa-nova’ e passaram a defender regimes tirânicos, ladrões, ditadores e tudo aquilo que antes abominavam.
A dita imprensa livre joga no lixo, junto com grande parte da intelectualidade e da classe artística, todos aqueles valores que lhes eram basilares, entre eles a liberdade de expressão e sua filha querida, a liberdade de imprensa.
Passam então a defender o indefensável. Regimes tirânicos, Cuba (esta sempre foi a queridinha dos jornalistas, principalmente daqueles que não tem que exercer seus oficios por lá), a democrática Venezuela Chavista, as Cleptocracias bolivarianas, a roubocracia Lulopetista e a inércia e irresponsabilidade governamental de Obama.
Tudo aquilo que ojerizaram passou a ser válido, em nome do sonho, da utopia. Há exceções e é claro estas exceções foram as vozes destonantes e corajosas, fundamentais à mudança que hoje percebemos em termos mundiais.
A derrocada do Regime Lulopetista, a quebradeira das Ditaduras Castrista e Bolivarianas e a inusitada derrocada de Barack Obama foram a senha para o desespero.
A dita imprensa livre, a grande mídia tão demonizada pelas esquerdas mundo afora saiu do armário e vestiu o uniforme fascista (sim fascista!) desta esquerda. 
Foram-se os pudores e os cuidados. É preciso guerrear contar o inimigo imaginário, a Direita, é preciso salvar a utopia deletéria marxista.
Daí a ética foi para as cucuias, a isenção é uma questão desnecessária, a verdade mero inconveniente. A imprensa mundial passou nestes últimos meses a apresentar não fatos e notícias passou a veicular versões. Versões que interessam sua causa.
Nos EUA e na Europa há uma guerra declarada a qualquer um que não se alinhe ao pensamento de esquerda. No Brasil e na América latina observam-se círculos e descaminhos que levam a desinformação e a tortuosidade de visões criando fatos que sirvam para salvar ‘o projeto’ e seus próceres. 
Lula, Maduro et caterva é o que interessa,salvar o PT, salvar o sonho da esquerda, azar do povo, azar do país, o que interessa é o projeto de poder.
Aos nossos jornalistas, artistas e intelectuais pouco interessa se o povo democraticamente quer algo diferente. Para eles o que valem são suas opiniões, são eles que sabem o que é melhor para todos nós. Não importa o que pensemos, o que queremos, devemos seguir o que eles nos determinam, pois são os guardiões do futuro.
Mentira! Bull shit! O meu futuro e minha vontade me pertencem. Ninguém vai ditar meus caminhos e escolhas.
E esta estratégia, já preconizada por Antonio Gramsci (que o Diabo o tenha pela eternidade no mais profundo dos infernos), não funcionou e não funcionará.
Sabem porquê? Porque não dependemos mais de formadores de opinião. A Sociedade em rede, a internet e a globalização criaram uma nova realidade em que o fluxo de informações e de opiniões é muito mais veloz e abrangente que as mentiras e delírios de nossos antigos formadores de opinião. 
E mai,s na sociedade em rede podemos ter uma velocidade e capacidade de mobilização ímpares, minimizando os efeitos deletérios da submissão da intelectualidade e da imprensa livre ao ideário esquerdista que hora assume a cara do mais puro reacionarismo despótico.
O que mais importa destacar é que quando a imprensa livre se põe voluntariamente de joelhos como o fez, quando ela abre mão do fato, da verdade, da notícia e da isenção. Esta imprensa cospe na cara de todos aqueles que lutaram durante séculos pela liberdade. E tripudia aquilo que deveria lhe constituir a alma, a Liberdade de imprensa.
A reação está vindo e virá. Aqueles que hora estão no poder, pela escolha democrática do povo ou pela imposição da Lei no Estado de Direito vão reagir e se vencedores acabarão desconstruindo esta super estrutura que baseou a criação das democracias contemporâneas, a imprensa livre, o que é péssimo.
Já se conseguirem seus intentos, trazendo de volta, goela abaixo o ranço esquerdopata pior ainda. Presenciarão a ressurreição desta, amordaçados e amarrados e quando tentarem reagir serão levados ao cadafalso. Fruto do erro dos próprios jornalistas que hoje submetem-se voluntariamente a esta pautas.
Há exceções, honrosas e combatentes. Esperamos que possam servir de baluartes e voz daqueles que buscam uma sociedade livre em todos os aspectos e onde o ranço ditatorial à esquerda e a direita não tenha vez.
Que a imprensa, a classe artística e a intelectualidade brasileira e mundial sejam coerentes, ouçam as poucas vozes hora dissonantes e preservem para a pós-modernidade aquilo que lhes foi basilar nos tempos modernos: a Liberdade.
Liberdade de homens, de ideias, de práticas e de imprensa.

LIBERDADE ACIMA DE TUDO!

sábado, 26 de novembro de 2016

Fidel foi-se, com a foice e,... já foi tarde!



           Dizem que não devemos comemorar a desgraça de nenhum ser humano, muito menos a morte. Que todos os homens são bons...depois de mortos, é óbvio. Que o importante é perdoar os erros. Que o Comandante Fidel foi marcante para o mundo, etc, etc..
            Bom sobre isto tenho algumas cositas a dizer. Primeiro sou humano, não sou santo. Segundo Fidel marcou muito, principalmente as pessoas que prendeu, perseguiu, que mandou matar no paredón. Estas pessoas viram o quanto Fidel e seus comparsas eram bons, humanos e sabiam perdoar.             Fidel foi-se, já foi tarde. Regozijo-me com sua morte! Comemoro sim, em nome da Liberdade e da Democracia, que me são caros. Considero Fidel tão nocivo a humanidade como foram Hitler, Stálin e Mussolini. Sua morte não deve ser chorada, seus ‘feitos’, devem sim, servir de exemplo do que não queremos para o mundo futuro.
            Minhas condolências, por educação, aqueles que por laços familiares, ideológicos ou de interesses pranteiam a morte deste crápula, meus sinceros pêsames e o desejo que todos vós possais fazer companhia ao ‘Comandante’, em breve, no Inferno.
            A ‘democracia’ da Ilha presídio não permite e reprime quaisquer manifestações de júbilo ao passamento de tão ímpia figura e, obviamente, vão mostrar apenas imagens do povo chorando a perda do líder. Mas as informações vindas de Cuba mostram, principalmente por parte dos jovens, a alegria e alívio pela morte de Fidel. Creio que o ‘comandante’ será muito mais pranteado por outras plagas, como aqui no Brasil, que em Cuba. Os cubanos, como me disseram alguns amigos, hoje dissidentes, gostariam de de comemorar a morte de Fidel, tal qual seus patrícios livres em Miami estão comemorando.
            Fidel foi um assassino, um crápula, misógino, sexista, um genocida na mais emblemática acepção da palavra. Prendeu milhares, separou famílias, assassinou outros tantos no famigerado paredón. Roubou e escravizou seu povo, criou uma ilha presídio privada, onde só os seus e os próceres do partido viviam bem a custa da escravidão e pobreza de milhões. O povo cubano se cala e chora por medo só por isso.
            A história se encarregará de mostrar quem foi Fidel e o relegará a seu lugar no passado junto à assassinos, bandidos e genocidas como Stálin, Átila, Hitler, Mussolini e outros. 
          Cuba?! Cuba dá agora seu primeiro passo rumo a liberdade. Em dois ou três anos um choque do capital transformará a Ilha presídio em um paraíso de férias, onde o povo cubano viverá muito melhor do que viveu nos anos de sombra do Regime Castrista. Sobrarão algumas ‘ relíquias’ do regime, provavelmente transformadas em uma Disneylândia ao avesso, em um parque temático para os esquerdopatas e pseudo-intelectuais matarem a saudade.
            Perdemos, nós os brasileiros, a chance de exilar os esquerdopatas de banânia na tão amada Cuba. Mas o povo cubano não merece mais desgraças.
            Claro que penso que Fidel não morreu nesta data, não mesmo. Fidel morreu a mais ou menos uns dez anos, só que foi muito difícil convencê-lo disto. Aliás como disse Marcelo Madureira ‘a pessoa mais difícil para se avisar da morte de Fidel foi o próprio Fidel’. 
          Imagino que o nosso querido Papa vermelho Francisco, que não abre a boca para lamentar a morte de milhares de cristão executados todos os anos no oriente ou para confortar as famílias e vítimas da pederastia sacerdotal, deverá lamentar muito a morte do assassino e companheiro. 
          Alguns imbecis poderão até querer canonizá-lo, em breve dirão que a morte do companheiro foi uma articulação da direita, pode até surgir uma nova ‘Seita’. Relaxem não foi conspiração foi apenas um misto de velhice com justiça divina.
Fidel não foi executado no paredón como fez com suas desavenças. Que bom! Senão virava mártir. Morreu lentamente e soube antes de sua morte que seu regime faliu, que sua árvore não frutificará.
Como disseram Las damas de Blanco, senhoras que fazem oposição ao regime enquanto pranteiam filhos e maridos assassinados pelo Regime Castrista (algo como Las madres de la Plaza de Mayo cubana), solenemente ignoradas pelas esquerdas do mundo todo,
‘[...] Deus poderá perdoar Fidel,
Nós nunca o perdoaremos! [...]’
            Rancor, sim, rancor de quem sofreu nas mãos desumanas deste ser que tornou mais putrefato o mundo em sua passagem. Mas não se preocupem Senhoras, Deus não o perdoará. Seu lugar está garantido no Inferno ao lado dos outros bandidos e de seus camaradas comunistas.
            Caro Fidel, desejo-te de todo coração que não descanses em paz por toda a eternidade, que queimes no quinto dos Infernos pagando todo mal que fizestes nestes anos de crueldade e ditadura. Que o Tinhoso te acolha e castigue por todo o sempre.
            Ah! Desejos de vingança e rancor não são atitudes cristãs. Bom, já disse sou humano e não santo e o nosso féretro nada tinha de humanidade.
                                                                       Que o Diabo o tenha por toda eternidade!

                                                                                  Viva CUBA LIBRE!!!!!!