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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Musas e suas (as)inspirações



A humanidade caminha, evolui e involui através de suas ideias e da forma ou formas que utiliza para colocar estas ideias em prática. Mas com o passar dos tempos sempre surgem aqueles que inspiram ideias, ideais, ações e revoluções. Genericamente são conhecidos como líderes, heróis de um povo e as musas inspiradoras.
            As musas são figuras femininas ou masculinas, etéreas ou reais que inspiram o homem no trilhar de seus caminhos. Não inspiram só artistas e escritores, mas estão presentes em todos os atos humanos.
            O ano de 2019 foi pródigo em lutas, em mitos, em inimigos reais e principalmente imaginários. Mas principalmente foi um ano que se destacou na propaganda enganosa, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. A dita ‘imprensa livre’, mentiu, forjou manchetes e desinformou como nunca, atacando o emergente pensamento liberal conservador e defendendo os ideais atrasados da esquerda corrupta e alienada.
            No âmbito do marxismo cultural emergente, o neo-socialista não combate mais o capital e o capitalismo, até porque deste provou e gostou. Também percebeu que terá mais a lucrar numa sociedade plenamente capitalista do que numa explorada e esgotada ‘democracia (?)’socialista/comunista.
            Parceira de primeira hora, a grande imprensa passou a defender os ideais do neo marxismo: meio ambiente, LGBTFXPQP (e não sei mais o que), minorias (não importa qual), neo feminismo, direitos humanos (especialmente para humanos não muito direitos), direitos dos animais, veganismo e qualquer outra bobagem que aparecer. E buscam nas redes sociais e na mídia a soldo impor suas ideias e costumes. Inspiradores, formadores de opinião e, é claro, as musas são uma ferramenta poderosa neste mister.
E, é claro, a imprensa e a esquerda elegeram sua musa. A pirralha sueca Greta Thunberg. Uma menina birrenta e mal educada que faz pirraça defendendo ‘belas ideias’ que não levam a nada. A menina que matando aulas (típico de uma intelectual esquerdista) virou autoridade naquilo que ela não estudou, não compreende e não sabe. Alçaram a pirralha a personalidade do ano. Servindo de exemplo a estudantes do mundo inteiro de que não precisamos estudar ou entender sobre algo para falar, gritar e virar celebridade.
Me recordo daquele presidente orgulhoso de não ter estudado, com seu primeiro diploma na mão, para desgovernar e roubar uma nação por anos a fio. E que ainda recebeu, nas Universidades mundo a fora, títulos e homenagens. Falta de visão ou burrice crônica daqueles acadêmicos que homenageiam e se ajoelham perante um ladrão que desdenha de tudo aquilo que eles (os intelectuais) pensam que são. Mas deixemos prá lá, este caso agora é um caso de polícia e quiçá de justiça divina.
Mas a menina Greta virou musa, com sua careta pirracenta, com seus maus modos e com seus gritos. Mentindo, mentindo sim, pois fala daquilo que sabe não saber e, mente, como mentiu nas fotos que postou de uma viagem de trem na Alemanha. Fotos desmentidas pela própria companhia de trens que mostrou que a musa ecologista só viaja de primeira classe. Típico de todo esquerdista, que adora uma mamata e um luxo, desde que não tenha de pagar. Defendendo a viagem no trem elétrico que não solta fumaça, no país onde a energia elétrica é produzida pela queima do ultrapoluente carvão (linhito), provavelmente a pegada de carbono (emissão de gases) foi muito maior do que a de um avião coisa que a menina Greta ojeriza. 
Mas se a esquerda tem a musa que é sua cara, a direita europeia também viu nascer, em 2019, uma musa. A jurista Eva Vlaardingerbroek, holandesa com 23 anos formada em filosofia do direito e doutoranda em direito. A jovem holandesa, oriunda de família de classe média e conservadora (seu avô era Pastor), estudou e estuda muito e tem muito a dizer sobre todas estas bobagens politicamente corretas que tentam nos colocar goela abaixo todos os dias. Fiquei impressionado com o discurso de Eva.
Mas não vou ficar falando ou comentando este ou aquele discurso, deixo que os leitores observem abaixo a cara das Musas, da Esquerda e da Direita Europeia. E, logo após, apresento um vídeo com um breve discurso da jovem e inspiradora Eva.
Que tenhamos todos um Grande e Produtivo 2020, com muita saúde, paz e progresso. E, que as belas Musas do pensamento livre embalem nossos sonhos e acalentem nossos ideais.
Feliz 2020!

Veja o vídeo do discurso de Eva Vlaardingerbroek para um auditório lotado. Uma galega dos olhos azuis, inteligente, estudiosa e que com um discurso forte e contagiante.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Foi-se o Carnaval, a zona continua!





Não sou um grande fã do Carnaval, já fui, não sou mais. Admiro quem, com a minha idade ou muito mais, se entrega a folia com paixão adolescente e aproveita para exorcizar seus demônios na folia de Momo.
Quando mais jovem curti muito o Carnaval, fui um folião de quatro costados. Gostava muito do folguedo carnavalesco para praticar minha brincadeira preferida: Fingir ser Canibal. Ou seja, comer gente. Por isso esperava a festa ansiosamente. Com o passar dos anos, a madureza, o casamento acabei me afastando do Reino Momesco. Hoje curto a festa em casa, viajando ou passeando com meu filho e minha esposa.
Mas este ano a festa burlesca me fez pensar que no Brasil infelizmente a zorra não ocorre só no período festivo. Acabando o Carnaval voltaremos a putaria cotidiana, das eleições à corrupção generalizada país afora. 
Aliás no Rio a zona e o caos permaneceram durante os festejos e os ladrões deitaram e rolaram em arrastões dignos da Sapucaí. Terminado o folguedo a roubalheira vai para Brasília, embora este ano parece-me que a ladroeira no Rio deve continuar.
Mas não foi esta zona que ocupou meus pensamentos, foi a putaria mesmo. Sou do tempo em que o Carnaval era o tempo da Maria Sapatão e da Cabeleira do Zezé. Festa digna de seu nome, o  Carne levare (origem do nome carnaval), o festival da carne. Que sempre incluiu no cardápio a carne no sentido bíblico. Faz parte da festa e ninguém é obrigado a participar ou a gostar.
No Carnaval é natural homens fantasiados de mulher. Muitos “machos” aguardam ansiosamente o momento de transformarem-se ‘nelas’, alguns têm grande dificuldade em retornar depois,  outros nem voltam. Como disse faz parte da festa. 
Também muito incauto acaba por comer gato por lebre, ou melhor come o Adão pensando que comeu a Eva. Mas passado o Carnaval a putaria voltava a normalidade (se é que há normalidade nestas terras). Só que este ano inventaram o tal Carnaval da Diversidade.
E a ideia é que mesmo quando acabe o Reinado de Momo mantenha-se a putaria. Ai não! Cada um é livre para fazer de sua vida o que quiser, mas isto vale para adultos e como já  disse o cara dá o que é dele. Mas não quer dizer que ele pode me obrigar a achar isto bonito.
E a tal ideologia da diversidade é uma besteira em que querem me convencer que não existe sexo definido e que tudo é a mesma coisa. Assim não! 
Estava olhando as olimpíadas de inverno e lembrei da polêmica das tais de mulheres trans, que no meu tempo chamavam de travecos. Pois os tais travecos querem jogar no time das mulheres. Isto é sacanagem, pois se não houvesse diferença entre os sexos na prática de esportes não precisaríamos ter times masculinos e femininos. 
Deixar que estes travecos (desculpem não vou chamar de trans isso ou trans aquilo) joguem nos times femininos é roubo, é como usar dopping, só que a dopagem está no sexo da criatura.
Os tais ideólogos da diversidade acham que uma criança de 5 anos anos tem condições de definir sua sexualidade e saber se quer ser menino, menina ou samambaia. Para mim uma ideia destas é nada mais, nada menos que pedofilia e, pedofilia é crime.
Mais, querem que acabem separações por sexo nas escolas. Já imaginaram a putaria em uma escola cheia de adolescentes em que cada um pode frequentar o banheiro que quiser. Os meninos adolescentes vão invadir o banheiro das meninas e vai dar merda. Mas este idiotas não enxergam isso.
Pior, já imaginou uma professora vai ao banheiro e encontra uma ‘quase mulher’ usando o banheiro, fazendo xixi em pé. O que é aquilo? Ah, mas ele/ela se sente mulher! Sim, e a estrovenga é o quê? Um grelo gigante? Me poupem!
Fiquei imaginando uma situação que parece surreal hoje, mas que pode ser realidade em poucos anos. Um viado é agredido por um sapatão. Explico, um casal transgênero em que o traveco é a mulher e o sapatão é o homem se desentende e o quase homem senta o sarrafo na quase mulher. E aí? Aplica-se a Lei Maria da Penha?
Chamem o Arnaldo César Coelho para interpretar a regra. E a regra é clara o agressor é quem tem as ‘bolas’. Mas e se os dois ou as duas tiverem as bolas? 
Como assim? Bom hoje em dia os tais trans masculinos fazem uma operação e colocam saco e bolas nos beiços da tabaca e do grelo fazem um tico. E os travecos podem ser capados e fazerem uma tabaca.
Temos uma situação estranha se o culpado da agressão é quem tem as bolas podemos nestes ‘casais’ ter situações no mínimo confusas: pois os dois podem ter as bolas ou nenhum ter as bolas. Enfim uma confusão. Como ficará a tal da  Lei Maria da Penha?
É meus amigos esta história da ‘diversidade de gênero’ ainda vai dar pano prá manga. A putaria vai ser grande! 
E você garanhão de final de semana vai ter de se cuidar todo dia como se fosse Carnaval se não poderá ir dormir com uma princesa e acordar com o Valdemar ou com o Negão da p...oca.
Nos tempos da diversidade de gênero chamar alguém de mulher elefante não significa dizer que a menina é gordinha, significa que a menina tem tromba. E, cuide-se porque a tromba dela pode ser maior que a sua.
Serão tempos bicudos. Por isso meus caros que neste Carnaval e nos carnavais futuros só saio de casa junto com a minha patroa. 
O seguro morreu de velho!

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Findo o reinado de Momo, já quarta-feira de cinzas, nós pobre mortais retomaremos a rotina e o trabalho. 
Arregacemos as mangas e preparemo-nos, pois este será um ano ímpar na história do Brasil e fundamental ao nosso futuro.
Esqueçam a Copa, concentrem-se nas eleições. Dali virá nosso futuro e o futuro de nossos filhos. 
Está em nossas mãos um futuro alvissareiro ou um futuro de merda. Então está na hora de deixar a folia na memória e partir para a luta e para o batente.
E não nos esqueçamos: Lula na cadeia, já!

domingo, 19 de novembro de 2017

Sou reacionário, retrógrado, homofóbico, bitolado e tudo mais! Com muito orgulho!





Nosso pensamento atual foi tomado pelo bom mocismo e pelo politicamente correto. De forma que ninguém mais pode expressar aquilo que sente ou quer livremente. 
Qualquer pensamento fora do formato idealizado dos ‘politicamente corretos’ significa que você será no mínimo crucificado, hostilizado e humilhado.
Ninguém pode mais pensar fora da ‘caixinha’ do politicamente correto. Há um verdadeiro bombardeio destas ideias. Uma cruzada em todos os ambientes e que utiliza todos os meios, televisão, rádio, imprensa, redes sociais,etc, para tomar de assalto nossas mentes e regular nosso comportamento.
Não há mais liberdade! Não há liberdade de agir, de pensar e de ser!
 Ou melhor há, dentro dos limites impostos por aqueles que ‘sabem’ o que é melhor para nós e para nossas vidas. Eles (os politichatos, os ecochatos e todos os calhordas de plantão) acham que sabem tudo sobre nossas vidas. A todo e qualquer momento eles vêm com sua ladainha: não fale isto, não coma aquilo, não olhe, não use este termo, não pense!
Aliás para que pensar se eles já pensaram por nós. Não percam tempo! Apenas sigam aquilo que eles traçaram para nossas vidas. O mundo está chato. Cada vez mais chato, mas isto é só o inicio.
Quando os politichatos (termo que cunhei para designar os chatos adeptos do politicamente correto) chegam tudo tem de ser regrado de acordo com suas paranóias. Ninguém pode fazer nada fora das suas regras. Afinal porque agiríamos diferente? Se eles, na sua vão opinião, sabem o que é melhor para nossas vidas.
Estamos vivendo uma Ditadura do politicamente correto e este é o primeiro passo para vivermos um verdadeiro inferno. Ante a falência do modelo comunista (na URSS e no Leste Europeu) e do desastre do neo-socialismo cucaracho que tentou se instalar na América latina, os esquerdistas mudaram de estratégia e vem nos atacar com outras ‘teorias’ maravilhosas. Teorias que segundo eles criarão um mundo melhor.
Entre elas o bom mocismo, o politicamente correto e o ativismo ambiental. O discurso não é tão manso assim mas vende bem. Mas não se enganem são lobos em peles de cordeiro e seu único objetivo é submeter a todos com suas ideias e besteiras.
Se deixarmo,s em breve estaremos a cabresto. Eles, os politichatos, já controlam, com suas baboseiras, boa parte do pensamento atual.
E no pensamento atual, ter ideias diferentes do script  significa ser reacionário, racista, bitolado, machista, misógino, homofóbico e retrógrado (dentre outros adjetivos). São os chamados preconceitos.
Preconceito é aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las. Ou seja, permitir que os outros ditem tuas palavras, pensamentos e atitudes. Nesta visão quem serão os preconceituosos? Aqueles que expressam suas opiniões livremente e independente de modismos e cerceamentos? Ou aqueles que policiam os pensamentos dos outros, rotulando-os?
Faça você mesmo suas reflexões!
O mundo ideal seria aquele em que todos fossem livres-pensadores e questionassem tudo quanto lhes ensinam. Não é este  mundo que os politichatos tentam nos impingir. Eles querem e buscam a plena dominação de nosso pensar, falar e agir.
Hoje se você é branco, homem, heterossexual, trabalhador e honesto você é um pária. Se você for católico pior ainda. Casado, pai de família, conservador? Vai acabar preso ou banido. Já pensou que se você fizer o ENEM ou um concurso público e empatar  com um negro ou índio perderá a vaga? Onde está a propalada igualdade que nossa constituição garante como Direito fundamental?
E se deixarmos os politichatos nos dominarem, amanhã ou depois, perderemos nossas vagas para gays, desonestos, esquerdistas, ateus, petistas ou qualquer outro grupo social organizado. 
Pior ainda se você for militar, policial ou um ‘Filho da Viúva’ como sou. Estes são, na opinião dos politichatos a escória da humanidade. Chegará o dia que os politichatos vão propor a volta das penas capitais ou perpétuas para estes que eles consideram a escória reacionária. 
Não achem que é impossível no século passado quantos extermínios tivemos? De judeus pelos nazistas, de anti-comunistas na ex-URSS, de qualquer um na China Maoísta. E quantos justos Filhos da Viúva morreram quebrando pedra mundo afora? Milhares, por serem justos e perfeitos e defenderem o livre arbítrio dos homens.
Para mim liberdade é fundamental. E a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade  é que não quero ter minhas ações e pensamentos restritos, desejo poder fazer o que bem entendo, quando bem entendo. Sou influenciado pelo racionalismo de Descartes e Mill. Rejeito qualquer autoridade sobre meu comportamento moral e sobre meu livre pensar, principalmente  deconvenções sociais criadas por imbecis.
Portanto vos afirmo amigos leitores se ser contrário a ditadura do politicamente correto. Se ser favorável ao livre pensamento, se não engulir esta baboseira toda é coisa de reacionário, de racista, retrógrado, homofóbico, bitolado.
Sou reacionário, racista, retrógrado, homofóbico, bitolado e tudo mais! Com muito orgulho!



terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Confissões do reinado de Momo e...um protesto




Confissões
Confesso que não sou um “carnavalesco’ no sentido amplo da palavra. Como já contei meu pé direito é canhoto o que dificulta sambar. Tenho a cintura quadrada e a ginga do robocop. Ou seja, atributos é o que mais faltam à este folião.
Mas esta invasão dos chatos do politicamente correto querendo pautar o carnaval e transformá-lo no espetáculo triste e enfadonho que estas malas idolatram me fez voltar à Folia de Momo. Estas malas com sua chatice de galochas tiveram a ousadia de querer censurar marchinhas de carnaval antigas. Haja saco!
É tanta bobagem que daria para escrever outro Samba do Crioulo Doido com as paranoias politicamente corretas.
Então confesso que resolvi fazer a folia no reinado de Momo só para contrariar estas malas. Fiz ‘a festa’, o mais politicamente incorreto possível.
É confesso que sou birrento, mas esta gentalha tira qualquer um do sério.
Viajamos para casa de minha sogra e juntamos a família toda. Os homens (eu e meus cunhados) fizemos um ‘bloco’ a parte enquanto a família toda, especialmente as crianças, curtiam a piscina, a rua e o clube.
Enchi a cara, bebi como um condenado, cerveja, caipirinha e vinho, afinal se eu trabalho todos os dias meu figado não pode ter folga. Não dirigi, não sou assassino, minha patroa e a mãe dela dirigiram.
 Mas nós bebemos, fumamos charutos, dançamos, bebemos de novo. Comemos muito churrasco, carne de rês, ovelha, porco e galinha. Carne suficiente para não poder ser considerado vegetariano nunca mais. Exagero? E daí.
Pagamos com o dinheiro suado, fruto de nosso trabalho.
Cantamos todas as marchinhas censuradas e outras mais, ensinamos as marchinhas para as crianças. 
Contamos piadas de veado, de sapatão, de velha, de puta, de português, de japonês e de negrão (estas contadas teatralmente por meu cunhado que é, pasmem, negro).
Tudo dentro de um ambiente familiar, alegre e divertido como deve ser a convivência em família. Um ambiente SAUDÁVEL, sem os conflitos e pudores do politicamente correto.
Bebemos de novo. Cantamos de novo. Futebol no barro, balão de couro e o couro do tambor bem esticado para desespero dos veganos.
Saímos em bloco vestidos de mulher ou quase. Afinal uma bailarina careca, gorda, barbuda, de tutu rosa, com quase dois metros de altura e peluda como um urso não é algo muito feminino. Mas valeu a diversão afinal sou pelotense e os pelotenses não são gaúchos são gay-uchos ,então acho que damos prá coisa.
E para encerrar comemos, após a folia, muita carne mijada, crua como manda o figurino. Afinal de pois de ferver com a patroa o clima aquece e então...
Este mergulho momástico me fez recordar os carnavais da juventude. Onde eu e meus amigos mergulhávamos na nobre arte de brincar de canibal...de humanos do sexo feminino, ressalto. 
Ou seja, o carnaval era nosso playground onde íamos felizes ‘comer gente’. Sempre gente nascida e crescida no sexo feminino. Nada contra, mas nenhum de nós é de viadagens.
Bom e a turma do politicamente correto onde está? Em casa enchendo o saco dos parentes. Nas ruas torrando todo mundo. Nos blocos ‘politicamente corretos’ sambando fininho com passo de quem não quer peidar. Problema deles!
Nós devemos nos divertir, a vida já é muito amarga e dura cotidianamente, chega de chatice.
É chegada a hora de peitarmos estes chatos e mandá-los tomar no cú ao invés de ficarem inventando moda. Vamos chutar a bunda do politicamente correto.
Exagero? Pode ser mas é o que farei a partir de agora. 
Exagero nas minhas confissões? Sei lá. Carnaval é folia e fantasia. O que importa é se divertir e ser politicamente incorreto, como o próprio Carnaval.
Ei! E você ai? Ei! O que tem para confessar?

Um protesto.
Ao voltar à terrinha descubro nos jornais que servidores do Instituto Federal Sul-rio-grandense fizeram um bloco de Carnaval e usaram o espaço para protestar contra o golpe. Até ai tudo bem, o país é livre.
Mas pelas entrevistas e reportagens trata-se de um projeto de extensão financiado com dinheiro público. Ai não! Ai é crime!
Usar dinheiro público para financiar projetos de carnaval em uma Instituição pública que não tem cursos na área cultural (têm cursos técnicos, tecnológicos e engenharias) já é uma aberração. Mas podem até tentar explicar por vias tortuosas, como investimento em cultura, mas haja cara-de-pau.
Agora se usaram dinheiro público para faixas e camisetas- e as reportagens dão isto a entender- ai o buraco é mais embaixo. 
E, mesmo usar o nome de uma Instituição Pública para acusar o Governo Legítimo de Golpista é escarrar no Estado de Direito.
Cabe aos Gestores do IFSul virem a público esclarecer isto, sob pena de enlamear mais o nome de uma Instituição, outrora exemplar.
 E cabe ao MPF e ao MEC apurarem a fundo se houve ou não aporte de dinheiro público e se houve desvios de conduta ao usar a Instituição Pública que é de todos os brasileiros (favoráveis ou não ao impixamento daquela senhora) para manifestações político-partidárias.
Vindo de quem vem, ou seja, da turma vermelho-estrelada, nada duvido. Eles não aprendem!

Por favor que se apure e esclareça. Já! Na quarta-feira de cinzas! 
Mãos a obra MPF e MEC.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Samba do Crioulo doido



Este país está uma zona, no mau sentido é claro. Aliás, sempre foi!
Só que a gatunagem, a cara-de-pau, a ladroagem aliadas as pragas dos ‘ecochatos’, do ‘politicamente correto’ e ao discurso esquerdopata, do reacionarismo da elite petista alijada do poder, tornaram a coisa insustentável.
Os 13 anos de PT afundaram ainda mais o lamaçal. Deixamos de ser a típica casa da Mãe Joana para virarmos uma barafunda sem sentido. 
Na Zona, em que pesem diversas questões e senões há sempre um fundo de festa, de busca de afeto, amor e gozo. No pardieiro que virou o Brasil a festa foi embora e ficou o ranço bolivariano, a sagacidade dos oportunistas e  a sem-vergonhice explícita.
Nós, os brasileiros, somos tratados como marafonas por estes políticos filhos da pu... Não importa a ‘cor’ partidária, a ideologia ou falta dela, o que impera é a desfaçatez. 
São todos eles farinha do mesmo saco, ladrões da mesma quadrilha. O que importa é o Poder e o gozo fugaz que dele advém. Ao povo uma banana naquele lugar.
Ninguém entende mais nada. Uma hora pode na outra não. Uma hora eu faço tal coisa, na outra não pode. Nomear para o STF o ex-advogado do PT pode, nomear um ministro do PSDB é sem-vergonhice. O Lula não pode ser Ministro e o Moreira Franco pode? Não é o mesmo caso? É sim, o Foro privilegiado e nada mais.
Dilma cometeu crime de responsabilidade, sim? Não? Foi impichada, mas não perdeu os direitos políticos. Renan é réu e presidiu o Senado? Mas não pode. Mas pode! Lula está solto, manipulando, mentindo, atrapalhando e pode? Sim, não?
Bandido é vítima do sociedade, ladrão é deputado. Nada é de ninguém, o apartamento não é dele, o sítio não dele. O outro não fez pressão no IPHAN, mas não fez? E todos são criaturas angelicais, poços de honradez e boas intenções.
As vezes o Brasil parece aquele baile na Zona, que na hora em que o bacanal corria solto faltou luz. Ai meu velho foi o legítimo pega para capar, ninguém é de ninguém. Já tem doido achando que prato de macarrão é suruba de minhoca.
Criticamos as loucuras do Trump, logo nós que fomos/somos governados pelo Collor, Lula, Dilma e Temer. Tenham dó. Parecemos sujos rindo dos mal lavados. 
A nossa revolução bolivariana têm o Maduro falando com pajaritos, a Cristina Kirchner dançando tango no hospício e levou 10 anos para convencer o Fidel que ele tinha morrido. E têm gente que acha, sinceramente, que o Lula é honesto.
A coisa no Brasil e na América Latina está tão ‘sem pé nem cabeça’ que parece um discurso da Dilma. É de enlouquecer qualquer um por mais centrado que seja.
O bacanal em Brasília chegou a um nível que o cidadão comum não tem mais coragem de desencostar a bunda da parede. E as cafetinas de sempre resolveram trocar tapas e impropérios em público enquanto tomam chá das 5 com biscoito nos bastidores.
Não dá mais para apostar em nada racional neste Brasil. Não há lógica, se é que houve um dia. O país virou, definitivamente, UM SAMBA DO CRIOULO DOIDO.
AHHHHH!!!! Gritos histéricos. Racista! Homofóbico! Politicamente incorreto. Não respeita a cultura alheia, dirão os de sempre.
O que querem que eu diga que virou uma nação que parece uma ‘manifestação musical de afrodescentes portadores de discapacidade mental grave’. Vão à merda... É Samba do Crioulo doido mesmo, um puteiro sem cafetina.
Para quem não sabe o ‘Samba do Crioulo Doido” é um samba genial de autoria de Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo de Sérgio Porto. Genial compositor, escritor, radialista e jornalista carioca. Ponte Preta escreveu nos 1950 e 1960 obras geniais como o FEBEAPÁ (Festival de Besteiras que Assola o País) que se vocês lerem hoje lhes parecerá um resumo do jornal do dia, atualíssimo.
Entre suas obras compôs o Samba do Crioulo Doido, que criticava a Prefeitura do Rio que definiu como tema único do Carnaval ‘a atual conjuntura do país’. Segundo Stanislaw, o coitado do crioulo sambista não entendeu a conjuntura do Brasil da época e endoidou.
Imaginem se nós tentarmos entender 'a nossa atual conjuntura'? Ou endoidamos de vez ou então a indignação será tão grande que não sobrará pedra sobre pedra no nosso Brasil.
A atual conjuntura brasileira é endoidar crioulo, branco, japonês e gringo de qualquer laia. Não tem camisa-de-força que resolva. A situação é tão confusa que parece uma aula da Marilena Chauí explicando (i)lógica para Dilma.
É um tipo de piada pronta de manicômio, que seria hilária se não fosse verdade e, infelizmente a nossa verdade. No futuro os historiadores vão dizer que só podia ser uma lenda, algo inventado. Ninguém em sã consciência poderá crer que esta zona ocorreu de verdade.
 Até lá nos cabe a indignação e o riso da situação, já que rir ainda não paga imposto.
E o Bode que vai dar... vou te contar....!


Para quem não conhece aqui vai o Samba do Crioulo Doido, de autoria do genial e atual Stanislaw Ponte Preta. E a música interpretada pelo fantástico Quarteto em cy.

“Foi em Diamantina
Onde nasceu JK
Que a Princesa Leopoldina
Arresolveu se casá
Mas Chica da Silva
Tinha outros pretendentes
E obrigou a princesa
A se casar com Tiradentes

Lá iá lá iá lá ia
O bode que deu vou te contar
Lá iá lá iá lá iá
O bode que deu vou te contar

Joaquim José
Que também é
Da Silva Xavier
Queria ser dono do mundo
E se elegeu Pedro II
Das estradas de Minas
Seguiu pra São Paulo
E falou com Anchieta
O vigário dos índios
Aliou-se a Dom Pedro
E acabou com a falseta

Da união deles dois
Ficou resolvida a questão
E foi proclamada a escravidão
E foi proclamada a escravidão
Assim se conta essa história
Que é dos dois a maior glória
Da. Leopoldina virou trem
E D. Pedro é uma estação também

O, ô , ô, ô, ô, ô

O trem tá atrasado ou já passou”.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O Carnaval é politicamente INCORRETO...Graças a Deus!





Cada uma que me aparece, parecem duas ou três! Sabem o tal do ‘politicamente correto’ é o maior engodo que os esquerdopatas estão tentando nos enfiar goela abaixo, isto e a mentira descarada do aquecimento global. 
Depois do fracasso do comunismo direto, da ‘revolución’, do Bolivarianismo e do Lulopetismo estes seres ímpares reforçam mundo afora o discurso do politicamente correto. Esta conversa mole mata aquilo que o homem tem de mais humano: sua espontaneidade, sinceridade e o livre arbítrio de pensar e de falar o que pensa.
Se não nos cuidarmos e reagirmos eles vão acabar convencendo todo mundo de sua angelicalidade e de suas boas intenções (tipo aquelas que enchem o inferno). E ai a patrulha do politicamente correto vai impor-nos uma ditadura social, mais deletéria que qualquer ditadura jamais vista.
Qual foi a última deles? Querem proibir/abolir do Carnaval as marchinhas que ‘eles’ consideram preconceituosas. Proibir marchinhas inocentes que são cantadas há 50 anos nas Folias de Momo e que qualquer criança aprende no berço? Isso mesmo, estas figuras acham-nas impróprias. Surpresa? Nenhuma. São uns chatos, imbecis e com egos de tiranetes.
Não sou um carnavalesco. Meu pé direito é canhoto, o que atrapalha muito na hora de cair na folia. Também tenho uma cintura quadrada que torna meu sambar um ato obsceno. Mas como todo brasileiro quando jovem pulei muito Carnaval e andei Brasil afora fazendo folia e praticando a nobre arte de paquerar. 
Vi desfiles, fui a bailes de salão, participei de blocos burlesco (nunca esquecerei os desfiles no Bloco ‘Bafo da Onça’ e no ‘Há Jacú no mato’). Enfim nos carnavais pulei, me diverti e brinquei de Canibal (canibais comem gente!) sempre com uma trilha sonora de fundo, as marchinhas de Carnaval, aquelas mesmas.
Hoje mais velho me resguardo no Reinado de Momo, prefiro viajar e curtir a família, mas respeito e admiro quem gosta e faz carnaval. Acho o Carnaval de Escola de Samba um pouco mais artificial, mas válido. Para mim a expressão popular se vê no renascente carnaval de rua, o Carnaval dos blocos. E onde está a alegria destes blocos? Na irreverência dos foliões, nas suas marchinhas, no gozo escrachado.
O Carnaval é o momento mais democrático de nosso ano, é alegria, é irreverência. Querer ser politicamente correto no carnaval é no mínimo ser um chato de galochas. 
No Carnaval não tem rico ou pobre, feia ou bonita, negro, branco ou japonês. O que nos diferencia é o samba no pé, o ritmo e a capacidade de nos divertir. No carnaval homem pode ser mulher, mulher pode ser homem, trabalhador vira bandido. 
No Carnaval temos o sambista negro do morro do lado da loira do asfalto, a ‘bicha’ brilhando cheia de plumas e paetês. O pai, o filho, a família pulando junta, o marido e/ou a mulher pulando a cerca. O Carnaval é luxo e improviso, é quando o pobre pode sonhar e realizar seu sonho.
Parafraseando Joãsinho Trinta, sobre os desfiles luxuosos em contraste com a pobreza das comunidades, ‘quem gosta de pobreza é ‘zintelectual’ (professor) de Universidade Pública, pobre gosta é de luxo’.
Ai vêm estes chatos e querem proibir marchinhas ‘preconceituosas’. O preconceito está na cabeça destes pés-no-saco politicamente corretos que parece terem se reproduzido sem controle nos 13 anos do desastre petista. 
Querem proibir e proibiram em alguns blocos marchinhas tradicionais. Queriam que as prefeituras não dessem dinheiro para os blocos que tocassem as marchinhas 'preconceituosas' (neste ponto eu acho que o Carnaval é festa popular e o único dinheiro público que deve ser usado é para garantir o policiamento, a segurança. Portanto ninguém deveria receber um tostão sequer de dinheiro público).
A continuar assim no próximo carnaval as ‘malas’ vão querer proibir fantasias de macaco (motivo: racismo), homem vestido de mulher (pois destaca a homofobia), mulher vestida de diabinha (pois mostra a mulher como objeto sexual). Vestir-se de presidiário nem pensar, pobre das ‘vítimas’ da sociedade em nossos presídios, de anjinho (nem pensar o país é laico) e policial não pode pois poderá assustar a turma do Congresso em Brasília.
 Usar máscara do japonês da Federal então, vai ser crime hediondo, onde já se viu assustar o Lula. Ah, tenham dó! Vão ser chatos assim lá na casa do carpano. Infelizmente ainda veremos este papo cabeça por ai...
Para estas criaturas ou o Carnaval e o Folião são ‘engajados’ (a famosa massa de manobra) com letras de protesto, ressaltando a mãe África e a ‘luta’ dos pobres, sem riso, sem alegria, sem folia. É o Carnaval revolucionário bolivariano, aquele mesmo que retratou a Venezuela e a Guiné como democracias maravilhosas. 
Ou então não passa de panis et circus (pão e circo) dado pelas ‘zelites’ com o objetivo de alienar as massas. Alienados são eles. Se não gostam da alegria vão carpir!
Querem politizar a folia. Esquecem ou não sabem que o Carnaval é uma festa pagã milenar. O Carnaval é uma festa que é marcada pelo "adeus à carne" e, a partir dele se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim "carnis levale". 
Sua origem é na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C, através da qual os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C. antes da Quaresma. Resistiu ao cristianismo da Idade Média, onde ganhou fama em Veneza, muito antes da descoberta da América, do Brasil ou do advento da escravidão de africanos.
O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Santa Cruz de Tenerife, Nova Orleans, Toronto, Cartagena de Las Indias, Barranquilla e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar seus Reinados de Momo.
 É claro que aqui, na terrae brasilis encontrou a mescla ideal, do negro, do índio, do português, do calor com a ginga e malemolência brasileira e o Carnaval ganhou nova casa. Mas a festa ainda existe e, com muita alegria, mundo afora.
Eu acho que essa gente que fica inventando estas babaquices do politicamente correto, ainda mais no Carnaval, devia preocupar-se com sua vida e deixar os outros em paz. Sabem, não passam de barangas mal amadas e mal comidas (ou não comidas), bichas com vergonha de sair do armário, e a turma dos babacas que não comem ninguém (e não querem que os outros comam). E é claro contam com o aval dos nossos ‘zintelectuais’ de plantão. É muito para minha cabeça!
Ou vocês já viram uma mulata, daquelas do Sargentelli, passista de Escola de Samba, constrangida de sambar ‘o teu cabelo não nega mulata”
Vou lhes dizer no carnaval a cabeleira do Zezé foi feita no melhor cabeleireiro da cidade e ostenta junto com plumas e paetês toda a graça do folião, não importa se ele é ou não bicha, na avenida o Zezé é o Rei ou rainha, como ele queira.
arlequim negro chora pelo amor da loira colombina  e ganhará mais que um beijo de consolação dela e da mulata bossa nova
A Maria Sapatão  pode ser Maria e/ou João, de dia e de noite, afinal é carnaval...
E, Cachaça não é água não, mas vai bem com a cervejinha pois o atravessei o deserto do Saara e que calor –ô-ô-ô. Não sou político corrupto mas... Ei, você aí! Me dá um dinheiro aí! Porque mamãe eu quero mamar... na Linda Morena.
A Morena que me faz penar...Tu és morena uma ótima pequena...Não há branco que não perca até o juízo. Já que o teu cabelo não nega mulata.
Mas eu afirmo que não é nada meu, seu dotô, é tudo de um amigo meu. E na quarta-feira de cinzas queremos ser presos com Ali Baba, mas desejamos que que os 40 ladrões passem o resto do ano com Lulalá na cadeia, de preferência em Curitiba.


Carnaval é isso é troça, é graça, é alegria. Não é o mundo cinza que estes chatos querem. O Carnaval é POLITICAMENTE INCORRETO, GRAÇAS A DEUS!