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domingo, 19 de novembro de 2017

Sou reacionário, retrógrado, homofóbico, bitolado e tudo mais! Com muito orgulho!





Nosso pensamento atual foi tomado pelo bom mocismo e pelo politicamente correto. De forma que ninguém mais pode expressar aquilo que sente ou quer livremente. 
Qualquer pensamento fora do formato idealizado dos ‘politicamente corretos’ significa que você será no mínimo crucificado, hostilizado e humilhado.
Ninguém pode mais pensar fora da ‘caixinha’ do politicamente correto. Há um verdadeiro bombardeio destas ideias. Uma cruzada em todos os ambientes e que utiliza todos os meios, televisão, rádio, imprensa, redes sociais,etc, para tomar de assalto nossas mentes e regular nosso comportamento.
Não há mais liberdade! Não há liberdade de agir, de pensar e de ser!
 Ou melhor há, dentro dos limites impostos por aqueles que ‘sabem’ o que é melhor para nós e para nossas vidas. Eles (os politichatos, os ecochatos e todos os calhordas de plantão) acham que sabem tudo sobre nossas vidas. A todo e qualquer momento eles vêm com sua ladainha: não fale isto, não coma aquilo, não olhe, não use este termo, não pense!
Aliás para que pensar se eles já pensaram por nós. Não percam tempo! Apenas sigam aquilo que eles traçaram para nossas vidas. O mundo está chato. Cada vez mais chato, mas isto é só o inicio.
Quando os politichatos (termo que cunhei para designar os chatos adeptos do politicamente correto) chegam tudo tem de ser regrado de acordo com suas paranóias. Ninguém pode fazer nada fora das suas regras. Afinal porque agiríamos diferente? Se eles, na sua vão opinião, sabem o que é melhor para nossas vidas.
Estamos vivendo uma Ditadura do politicamente correto e este é o primeiro passo para vivermos um verdadeiro inferno. Ante a falência do modelo comunista (na URSS e no Leste Europeu) e do desastre do neo-socialismo cucaracho que tentou se instalar na América latina, os esquerdistas mudaram de estratégia e vem nos atacar com outras ‘teorias’ maravilhosas. Teorias que segundo eles criarão um mundo melhor.
Entre elas o bom mocismo, o politicamente correto e o ativismo ambiental. O discurso não é tão manso assim mas vende bem. Mas não se enganem são lobos em peles de cordeiro e seu único objetivo é submeter a todos com suas ideias e besteiras.
Se deixarmo,s em breve estaremos a cabresto. Eles, os politichatos, já controlam, com suas baboseiras, boa parte do pensamento atual.
E no pensamento atual, ter ideias diferentes do script  significa ser reacionário, racista, bitolado, machista, misógino, homofóbico e retrógrado (dentre outros adjetivos). São os chamados preconceitos.
Preconceito é aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las. Ou seja, permitir que os outros ditem tuas palavras, pensamentos e atitudes. Nesta visão quem serão os preconceituosos? Aqueles que expressam suas opiniões livremente e independente de modismos e cerceamentos? Ou aqueles que policiam os pensamentos dos outros, rotulando-os?
Faça você mesmo suas reflexões!
O mundo ideal seria aquele em que todos fossem livres-pensadores e questionassem tudo quanto lhes ensinam. Não é este  mundo que os politichatos tentam nos impingir. Eles querem e buscam a plena dominação de nosso pensar, falar e agir.
Hoje se você é branco, homem, heterossexual, trabalhador e honesto você é um pária. Se você for católico pior ainda. Casado, pai de família, conservador? Vai acabar preso ou banido. Já pensou que se você fizer o ENEM ou um concurso público e empatar  com um negro ou índio perderá a vaga? Onde está a propalada igualdade que nossa constituição garante como Direito fundamental?
E se deixarmos os politichatos nos dominarem, amanhã ou depois, perderemos nossas vagas para gays, desonestos, esquerdistas, ateus, petistas ou qualquer outro grupo social organizado. 
Pior ainda se você for militar, policial ou um ‘Filho da Viúva’ como sou. Estes são, na opinião dos politichatos a escória da humanidade. Chegará o dia que os politichatos vão propor a volta das penas capitais ou perpétuas para estes que eles consideram a escória reacionária. 
Não achem que é impossível no século passado quantos extermínios tivemos? De judeus pelos nazistas, de anti-comunistas na ex-URSS, de qualquer um na China Maoísta. E quantos justos Filhos da Viúva morreram quebrando pedra mundo afora? Milhares, por serem justos e perfeitos e defenderem o livre arbítrio dos homens.
Para mim liberdade é fundamental. E a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade  é que não quero ter minhas ações e pensamentos restritos, desejo poder fazer o que bem entendo, quando bem entendo. Sou influenciado pelo racionalismo de Descartes e Mill. Rejeito qualquer autoridade sobre meu comportamento moral e sobre meu livre pensar, principalmente  deconvenções sociais criadas por imbecis.
Portanto vos afirmo amigos leitores se ser contrário a ditadura do politicamente correto. Se ser favorável ao livre pensamento, se não engulir esta baboseira toda é coisa de reacionário, de racista, retrógrado, homofóbico, bitolado.
Sou reacionário, racista, retrógrado, homofóbico, bitolado e tudo mais! Com muito orgulho!



sábado, 24 de junho de 2017

UNE...União Nacional do que mesmo?





A UNE (União Nacional dos Estudantes), autoproclamada entidade representante única dos interesses dos estudantes brasileiros, nunca foi uma entidade que congrega anjos.
Se pensarmos, com um pouquinho de criticidade, poderíamos dizer, até, que a tempos deixou de ser uma entidade que congregue ou que tenha em seus quadros pessoas honestas e que trabalhem em prol da nação.
A UNE deixou a muito tempo, se é que representou algum dia, de representar os interesses dos estudantes brasileiros. A UNE virou uma máquina de apoio ideológico aos partidos da esquerda falida brasileira. 
E um trampolim ou picadeiro para oportunistas e aprendizes de políticos corruptos. Sua pauta não interessa a nação brasileira tampouco aos estudantes do Brasil. Sua pauta é ideológica, rançosa e retrógrada e ecoa os mantras de sempre da esquerda pregando a intolerância, o retrocesso e o caminho ao totalitarismo de esquerda.
Nos seus quadros, além dos oportunistas de ontem e de hoje, podemos encontrar, especialmente nos quadros diretivos da União dos Estudantes atuais e de outrora, representantes e próceres da indigna política brasileira.
O que pensar de uma instituição que teve como ex-presidentes políticos da laia de Lindberg Farias, José Serra, Aldo Rebelo e Orlando Silva? Todos enrolados até o pescoço nos escândalos políticos que pululam nosso país. Pode-se inferir que ali, na gestão da dita ‘entidade estudantil’, temos uma eficiente máquina de formação de políticos e sem-vergonhas.
Mas até o que já era ruim consegue piorar! 
A UNE já teve a presidência anterior ocupada por uma jovem chamada Carina Vitral que comportou-se como um macaco de auditório do PT e de Dilma Roussef.
A UNE enrolada em acusações de desvio de verbas federais e, que ainda não foi condenada, porque os mesmos políticos que por ali fizeram carreira e nome, sepultaram a CPI que investigaria os mal-feitos de nossos 'estudantes'.
A UNE que acha que lutar pelos direitos dos estudantes é fechar ruas, prejudicar o trabalhador que não consegue voltar para casa e quebrar lojas e propriedades públicas e privadas.
A UNE reacionária ao extremo com qualquer ação governamental que tente limitar a balbúrdia de seus próceres ou que corte a verba pública que fluia e sustentava estes vagabundos que fazem qualquer coisa menos estudar.
A UNE dos estudantes profissionais que levam 10, 20 anos, ocupando vagas em Universidades públicas, sem ir a aulas e só fazendo política e outras cositas más, proibidas por lei é óbvio.
É esta UNE que ser arvora a querer ‘defender’ nossa educação, nossos estudantes e nosso futuro. Deus nos livre!
Agora nossos estudantes profissionais conseguiram algo inédito. Elegeram a cidadã Marianna Dias sua nova presidente (é presidente viu, não presidenta). 
Elegeram uma cidadã que segundo consta não é estudante. Homessa! Só no Brasil a presidência de uma entidade estudantil nacional é ocupada por uma pessoa que não é estudante.
Não que isto seja novidade na UNE. Lindberg Farias que presidiu a entidade no impixamento de Collor aproveitou a fama e o palco, abandonou a faculdade e foi enriquecer na política. Hoje está enrolado até o pescoço na lava-jato. Com sorte será defenestrado da política nas próximas eleições.
E pio,r a cidadã Marianne, segundo informações divulgadas na imprensa, não só não é estudante como cursou,ou melhor ocupou uma vaga inutilmente, por 14 (quatorze) semestres em um curso de pedagogia em Instituição pública. 
Pasmem! O curso dura, regularmente, oito semestres. Esta moça ficou gastando dinheiro público quase pelo dobro do tempo do curso. Ocupando uma vaga que poderia ser de um estudante que quisesse estudar de verdade. E pior ela não se formou.
Bom este fato, não ter se formado, pode ter sido uma benção. Imaginem na escola de seu filho uma pedagoga que, sabe-se lá por que, levou mais de 14 semestre para formar-se.
 Que moral ela teria para ‘cobrar’ de colegas ou alunos. Que experiências e vivências teria para relatar e orientar seu filho e os outros alunos? Seria um caos!
Ainda bem que nos livramos por enquanto desta pedagoga. Claro que há o risco, enorme, de que ela vire política e, ajude a destruir o país de outra forma mais danosa.
Esta é nossa União de Estudantes. A mesma que chafurdando na lama e do alto de sua incoerência combate outras iniciativas, até judicialmente, de criar representações estudantis isentas no Brasil. Entidades como os Estudantes pela Liberdade, entre outros, que vêm nascendo da inconformidade dos verdadeiros estudantes abandonados pela UNE.
Por isso a pergunta: o que quer dizer UNE mesmo? 
União Nacional dos espertalhões, das esquerdas, dos escroques?
De estudantes não é mesmo! Mas a percepção do que é, do que faz e quem são e foram seus dirigentes, faz-nos começar a entender os motivos da educação brasileira ser tão ruim.

Com uma entidade estudantil desta laia só poderíamos ter a educação de bost.., quero dizer, péssima, que temos!

terça-feira, 6 de junho de 2017

A questão é: Xenofobia ou a proteção dos nossos inocentes?





Vou falar o que penso, como sempre e acho que vou levar pancada de todos os lados, mas faz parte. 
Não é xenofobia, é apenas uma constatação da realidade, dos tempos difíceis que vivemos. O terrorismo tem de ser duramente combatido. Guerra é guerra!
A questão aqui é mais ampla. Não é mais um atentado terrorista. Não é mais uma questão conflito cultural, é genocídio!
 Nossa cultura está sendo atacada, nossas crianças estão sendo mortas. Outra vez os radicais islâmicos fazem vítimas no Ocidente.  Outra vez o ocidente se cala, o ocidente busca nas ‘suas culpas’ a razão da loucura dos outros.
E a civilização ocidental treme ante a ação destes terroristas, bárbaros que massacram nossas crianças, matam nossos velhos e aterrorizam turistas e pessoas no seu cotidiano.
 É impossível ficar quieto ante isto. Por óbvio vêm ideias xenófobas a nossa cabeça. Não sou xenófobo, não gosto de ideias xenofóbicas,  mas o que fazer ante estas barbáries?
Os povos do Ocidente, a cultura ocidental não pode se culpar pelas ações dos terroristas muçulmanos ou de qualquer outro terrorista ou maluco.  Temos que reagir e reagir fortemente.
O que fazer ante a inclemente destruição de nossa civilização? Civilização que está sendo dizimada por ação dos terroristas? Ficar inerte?
Não, não mesmo! Não venha me dizer que a culpa é do ocidente que interviu nas questões árabes, nas questões do oriente ou nas questões dos muçulmanos. Isto é bazófia! É mentira! Nós não temos culpa das questões internas deles. Nós não temos culpa da loucura deles, nem da loucura de qualquer tiranete ou suicida que surja mundo afora.
A civilização ocidental a custa de muito sacrifício, trabalho e também a ferro e fogo, evoluiu até chegar ao que é hoje. E agora alguns imbecis querem dizer que tudo é nossa culpa? A pobreza, a barbárie, a loucura, o fundamentalismo é nossa culpa?
O Islã é pacífico? Não, não é pacífico. Nenhuma religião é pacífica. O cristianismo não é pacífico, o budismo não é pacífico. Toda religião tem seus fanáticos, seus embates internos e externos. Observemos os conflitos sangrentos na origem das grandes religiões monoteístas. Judeus, Cristãos e Muçulmanos mataram-se entre si e uns aos outros por séculos.
As Cruzadas foram o estopim de anos de morte mútua (não há  anjos ou inocentes nas Cruzadas, os dois lados buscavam glória e poder). A Inquisição, as Guerras dos Judeus, as Intifadas, violência, Deus, poder e sangue. Lado a lado. Faz parte da alma humana.
Nem o budismo é pacífico, um breve olhar nos conflitos do passado no oriente e veremos monges combatendo. A agressividade do Pastor que chuta a santa no culto é reflexo e reflete o animus dos fiéis.
Religiosidade sempre atraiu fanáticos e o fanatismo trucida a razão e qualquer traço de humanidade. Ao assassino é profissão divina matar em nome de Deus, não importa qual deus, basta matar.
O que diferencia hoje o ocidente do oriente é que o progresso, os avanços civilizatórios, os ganhos sociais permitiram que no ocidente dito ‘mais desenvolvido’ coloca-se um hiato entre a fé e a vida cotidiana, afastando o radicalismo. Mas onde reina o atraso, as diferenças sócio-econômicas, a pobreza, cria-se terreno fértil ao radicalismo religioso.
E então chegam os oportunistas e os profetas do Armagedon, os eloquentes líderes religiosos e as pobres ‘ovelhas' dos rebanhos, buscando um canal para extravasar suas frustrações. Daí é um passo até os malucos suicidas, até aqueles que canalizam sua raiva e insucessos nos outros. Um passo até que homens, mulheres e meninos em transe decidam dar sua vida, martirizados, em troca da promessa de um paraíso. Até ai tudo bem, o problema é que eles querem levar-nos junto. Aí não violão!
   Cada religião tem seus dogmas e verdades, profecias de fé. Assim como cada religião retrata ou espelha a alma daqueles que a seguem. No islamismo como em qualquer religião há uma grande maioria de pessoas boas que apenas querem viver segundo os desígnios de sua fé. Mas há, também, como em todas as religiões, grupos de malucos fundamentalistas.
O problema atual é que os malucos suicidas islâmicos estão proliferando, e repercutindo sua revolta nas periferias e subúrbios dos países que os acolheram. E a estrutura da religião por inépcia ou omissão não os combate, não os denuncia. Este é o problema! No seio da comunidade islâmica recebem no mínimo acolhida, quiçá não recebam apoio e compadrio.
Se as comunidades os protegem, mesmo que apenas por questões culturais ou por não identificar, o óbvio, o risco destes radicais. Cabe-nos o que? Eliminar, infelizmente, o mal pela raiz.
 O ocidente ajudou na radicalização islâmica? Sim, neste ponto o desastre que foi a gestão Obama, ajudado pelos anti-capitalistas, anti-sionistas, pelos ativistas de direitos humanos e por toda a caterva de esquerda, deram um grande empurrão nos radicais de agora.
 Os direitos humanos implementados goela baixo na União Europeia tornaram os europeus dóceis e cordatos, como ovelhas indo em direção ao matadouro. Alia-se a isto ações erradas como a intervenção cirúrgica em alguns problemas pequenos que acabaram virando numa carnificina. Derrubaram ditadores sim, ditadores sanguinários, como Muammar Kadhafi e  Bashar Al Assad são erros idiotas. Eles não são exemplos de humanidade ou decência mas mantinham a turba sob controle.
Os imigrantes são interessantes para qualquer país, uma nação ganha muito mais do que perde com os imigrantes. Tanto no Brasil como nos Estados Unidos os imigrantes ajudaram a moldar e construir a cultura destes países.
O que temos que ter claro é isto, a cultura é nossa cultura.  Se eles estão vindo para o nosso país eles têm que se adaptar a nossa cultura. 
Têm que se adaptar as culturas ocidentais dos países para os quais se mudam. Ou fiquem no buraco onde estavam metidos. Desculpem a franqueza.
Se um homem tem o direito de aspirar coisas boas na vida e, se um homem quer buscar uma melhoria para si e para sua família, também deve ter claro que se a terra para onde emigram tem melhores oportunidades deve ser porque sua cultura tem virtudes. Querer implantar sua cultura, seus valores,  na terra dos outros é, no mínimo, incoerência.
Se nossos valores são tão bons que servem a eles, que não estão bem nos seus países, virem buscar conforto, dinheiro, melhores condições de vida, na nossa cultura, no nosso país em nossos valores. Porque não podem adequar-se a estes valores?
Respeitar a diversidade sim. Baixar a cabeça ante os outros, nunca! 
Que se respeitem a religião ou tradições desde que não contradigam nossas leis. Ou alguém aqui vai defender o direito de um imigrante (não importa de onde ou de que religião, não estou me referindo a nenhuma religião em especial) bater na esposa porque está casa dele? Isto não é, xenofobia é realidade. Ou será que uma dessas muitas meninas que vão lá protestar com ideias de esquerda todas pintadas vão achar bonito se os imigrantes  implantarem aqui no Brasil as burcas?  
Aí vem um bando de idiotas culpando a cultura ocidental por tudo. Tudo é culpa do grande mal do mundo, do capitalismo, do colonialismo ocidental. Lindo,não? 
É lindo protestar morando em Paris ou no Leblon, com toda a segurança da civilização ocidental. Vão protestar em democracias como a Venezuela, Cuba ou qualquer país Islâmicos onde impere a Xaria, vão e descubram o que vai acontecer.
Vão defender os ‘Direitos Humanos’ no Afeganistão.
Bom chegamos ao cerne da questão. O que fazer quando um nacional, filho ou neto de imigrantes, mas nascido no meu país, falando minha língua, conhecendo meus costumes se radicaliza? Pior ainda o que fazer com um indivíduo que está disposto a morrer pelo seu ideal?  Ameaçá-lo de morte? Não vai fazer efeito.
Não há como monitorar a todos. Então dependemos das comunidades, onde eles vivem. Dependemos que o Imã da Mesquita, que o vizinho ou o parente os denunciem. Farão? Difícil.
O que fazer então? Infelizmente teremos de controlar estas comunidades. E, eventualmente punir aqueles que por ação ou simplesmente omissão permitiram que o mal se criasse.
E é melhor que o Estado implante estes controles de forma efetiva do que, a repetição do terror cotidiano, leve a massa, o povo a agir. O Estado pode agir e impor limites, na turba revolta não há como impor limites.
E infelizmente a punição deve ser dura: pena de morte aos terroristas, deportação a quem os protege. Só assim impediremos pelo exemplo que o mal se alastre. Puna um, eduque cem.

O bom mocismo, o politicamente correto, a neo-esquerda, as burradas de líderes como Obama, nos levaram a esta situação. Não é agradável mas tempos duros levam a decisões duras.
Chegará um tempo, em breve, infelizmente, em que veremos a morte e a punição de muitos inocentes. 
Mas não é isto que estás pregando em tua escrita? Não. Estou pregando que o ocidente saia de sua inércia, que reaja ante o suplício ao qual está sendo submetido.
Precisamos reagir, parar de caminhar cabisbaixos, como cordeiros em direção ao matadouro.
E reagir passa por atitudes duras. Vão atingir culpados e inocentes? Sim. Vão punir inocentes? Sim. Mas guerra é guerra e o terror está nos levando a uma guerra. Aliás estamos em guerra.
Agora cabe-nos, a todos nós ocidentais uma decisão difícil. Se vão morrer, inexoravelmente, crianças e inocentes, decidamos quais.

As nossas ou as daqueles que nos atacam?