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domingo, 18 de março de 2018

Acharam o cadáver...ou quem procura, acha!





É lamentável a morte da vereadora carioca Marielle. Como são uma verdadeira tragédia as mortes de quase 60000 brasileiros no ano de 2017, a morte de 28 policiais só no Rio de Janeiro em 2018, a morte das 3 pessoas no tiroteio no Complexo do Alemão no sábado. 
Aí, lamentável é o silêncio sepulcral das organizações defensoras dos direitos humanos, as mesmas que estão fazendo um escarcéu com a morte da vereadora.
Não gosto por educação e respeito de falar dos mortos, mas também não sou daqueles que acreditam que a morte redime a pessoa de tudo aquilo que foi ou fez. Ia me calar, mas como os ‘ donos’ da defunta fizeram do féretro um palanque, posso opinar, sempre com o devido respeito.
Fazem dois anos que venho afirmando, em diversos posts, que tudo que as esquerdas brasileiras querem ou queriam era um cadáver para chamar de seu. De preferência um cadáver assim como o da edil: negra, mulher, homossexual, ‘pobre’, defensora dos direitos humanos e toda aquela balela que ‘eles’ adoram. E de preferência morta pela polícia.
Não há suspeitos e certamente não sabemos, por enquanto se foi a polícia, mas PSOL, PT e as esquerdas em geral já escolheram os culpados, óbvio: a polícia. Qual? Qualquer uma.
É! Quem procura acha! E a turma da esquerda achou o que queria.
Portanto, eles ACHARAM O CADÁVER  que tanto procuravam e pronto já subiram no palanque. Foi uma morte quase perfeita para as esquerdas (que não tem nenhum pudor em usar ‘mártires’ pela causa). Que mais eles poderiam querer? A vereadora encaixa em quase todos os estereótipos pré concebidos pelos nossos esquerdistas, só faltou um vídeo que mostrasse a morte sendo perpetrada por cidadãos armados e uniformizados, de preferência militares. Não tem? Sem problemas nossos esquerdistas,diante de seu luto, acusam sem provas e sem fatos, a polícia militar, dão até o nome do Batalhão de onde seriam os responsáveis.
Já decidiram os culpados, ponto. E aí dos investigadores se encontrarem os verdadeiros culpados, diferentes dos que eles vaticinaram. Pior ainda se nas investigações encontrarem algum indício de relações da vereadora com a criminalidade carioca, algo que ainda não pode ser descartado. Vai ser uma gritaria só.
PSOL, PT e outros defensores dos direitos humanos saíram as ruas para chorar o féretro e comemorar a bandeira de luta. Pediram o fim da PM, defenderam o Estatuto do desarmamento, condenaram a intervenção federal (não é e nunca foi intervenção militar) no Rio. E partiram para intimidação de qualquer um que ouse questionar seus motivos ou falar mal da falecida. Coisa que eles mesmo fazem com qualquer um.
O interessante é que nenhum político de esquerda subiu em palanque para defender as famílias de outras vítimias. Ninguém foi pedir justiça pelos 28 PMs mortos no Rio este ano. Este é o absurdo. Vítima para estas pessoas são os bandidos.
Mas se observarmos quem elegeu a vereadora, quem vota na esquerda carioca, quem elegeu Lula, Cabral e outros sem-vergonhas não foram só os pobres. Ou melhor, foram pricipalmente aquela pseudo-intelectualidade carioca de classe média e média alta, que vive no Leblon e em Copacabana e que sustenta o tráfico e a violência, tratando vagabundo como vítima e consumindo drogas.
Dói ouvir, mas é isto quem sustenta o tráfico é o viciado, é o consumidor. Ou seja, o mesmo idiota que se veste de branco e vai em passeata pedir paz! 
E o estatuto do desarmamento? Não funciona e nunca funcionou. Desarmaram o cidadão e não o bandido. As armas que mataram a vereadora são ilegais e quem puxou o gatilho certamente não era um anjo. Mas por trás deste agente, que puxou o gatilho, está o dedo de muita gente: dos corruptos, dos políticos, dos viciados e, principalmente, dos ativistas dos direitos humanos. 
A grande verdade é: trate bandidos como vítimas e a próxima vítima poderá ser você!
Mas a esquerda não vai deixar o cadáver esfriar, vai usar esta morte para atacar iniciativas legítimas e necessárias como a revisão/revogação do estatuto do desarmamento e a intervenção no Rio. Mantém a mobilização e desviam o foco da corrupção, dos corruptos e das manobras para soltar Lula, hoje seu principal objetivo.
A melhor resposta para toda nossa sociedade é uma rápida apuração e a prisão muito breve dos responsáveis. Aí faremos justiça a vereadora e seu motorista mortos, calaremos os oportunistas e traremos um pouco de paz à sociedade carioca. Mesmo que e, de preferência que, estas prisões derrubem a teoria da esquerda que foi a polícia. Mesmo que demonstrem que foi uma ação de vingança ou queima de arquivo do tráfico.
P.S. (post scriptum) 1: O PSOL e as esquerdas começaram a demonizar e ameaçar qualquer um que pense diferente sobre as motivações da morte da vereadora. Certo, a desembargadora carioca fez um desabafo pesado, se considerarmos sua posição. Mas traduziu em sua fala a indignação de boa parte da população brasileira com tudo isto que está ai.
P.S. 2: Gostem ou não há vários suspeitos para o assassinato: policiais corruptos, traficantes, grupos de extermínio. Pode sim ser uma morte com o objetivo de cobrança: cobrança por denúncias e ações da vereadora ou cobrança por uma traição. Pode ser um recado aos interventores ou ainda uma tentiva de politizar a intervenção e jogar a opinião pública contra as ações de seugurança no Rio. Nada pode ser descartado. As investigações é que dirão o que houve.
P.S. 3: Pergunta que não quer calar. A quem interessa a morte da vereadora? Quem ganhou com sua morte é óbvio: o discurso esquerdopata. Os mesmos que deitaram e rolaram com ‘teorias’ na morte de Celso Daniel e hoje são suspeitos da mesma. Só esperamos, que pelo bem do país, este assassinato seja, ao contrário de Celso Daniel, apurado rapidamente.
P.S. 4: Pergunta que não quer calar 2. Porque nenhum esquerdista ou nenhum político, até então, tinha subido em palanques para indignar-se com a morte de milhares de cidadãos e o extermínio de PMs em todo o Brasil?
P.S. 5: Pergunta que não quer calar 3. No Rio de Janeiro em crise vereadores tem assessores e motoristas? Quem paga isto nós sabemos o povo, mas quanto isto custa? Porque ninguém faz estas perguntas?
P.S. 6: Deixamos aqui:
Nossas condolências e respeito aos familiares da vereadora Marielle e do motorista Anderson.
Nosso profundo pesar, respeito e indignação pela impunidade, aos familiares dos milhares de mortos Brasil afora.
Nosso pesar, homenagem e gratidão aos 28 policiais mortos este ano no Rio. Saibam que embora pareça que Vosso sacrifício nada valeu às autoridades, para nós o povo brasileiro, será motivo da mais sincera gratidão. Nos lembraremos sempre com pesar e admiração de todos aqueles que deram sua vida pela nossa segurança.
P.S. 7: QUEM PROCURA, ACHA!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Os Partidos Políticos morreram.



Estes dias de calmaria aparente, pelo menos em relação a cena e a sujeira política de Brasília e de todo o Brasil prenunciam uma grande borrasca.
 Mas que foram alguns dias de paz para nossos cansados espíritos,  isso sim foram.
O recesso de meio de ano do Congresso colocou em marcha lenta os acontecimentos políticos brasileiros. Aliado ao recesso do judiciário parece até que vivemos em outro país. Mas nesta semana tudo voltará ao normal.
Normalidade significa bagunça, caos, gritaria, mentiras, chororô e mais mentiras. 
A oposição que é a ex-situação fará de tudo e mais um pouco para trancar o Congresso e implementar sua pauta de atraso. Gritará ‘Fora Temer’, enquanto seus próceres articulam o ‘Fica Temer’. Pois nada melhor para o PT que Temer no poder fazendo o jogo-sujo anti Lava-jato e ocupando todos os holofotes.
A Situação, que é a ex-situação somada a ex-oposição, seguirá fazendo aquilo que atual oposição fazia quando era situação, defenderá seus interesses (os deles mesmos) e dirá que está defendendo os nossos interesses.
Lula continuará mentindo e se fazendo de vítima. O PT continuará discursando como se fosse uma virgem vestal e não tivesse quebrado o Brasil em 13 anos de poder. Dilma continuará dizendo mer...bobagens. 
Bolsonaro continuará radicalizando para alegria de uns e desespero de outros. Temer continuará negando e fingindo não ter nada a ver com isso. 
O PSDB continuará disputando o muro com a REDE enquanto o PSOL tentará derrubar o muro e o país.
Tudo como d’antes no quartel de Abrantes. Ocorre que o sistema partidário brasileiro faliu. Morreu!
 Morreu de morte ‘matada’ e de morte ‘morrida’. E está putrefazendo-se em Brasília e empestando toda a Nação.
O PT, PC do B e os outros partidecos de esquerda estão mortos junto com a ideologia que abraçaram. Não a ideologia marxista que também já faleceu. Mas a ideologia cleptocrata sindical que fez a riqueza de seus líderes e quebrou o país. 
PMDB, PP e outros se afogaram nas práticas fisiológicas, nadaram até o último fôlego para manterem-se no poder, a qualquer custo ou preço.
O PSDB caiu do muro e morreu, só alguns de seus membros não perceberam. A REDE nem bem nasceu e morreu de inércia e inépcia em cima do mesmo muro do qual o PSDB caiu. 
O PSOL foi arrastado para o quinto dos infernos preso em uma perna a Marx e na outra a todo o ranço de hipócritas, ditadores e assassinos que cultua (Lenin, Mao, Castro, Chávez, Maduro et caterva). O único problema é que o Capiroto quer devolver o partido e a militância, pois estão incomodando demais no inferno.
Os demais partidinhos de aluguel estavam a venda e foram arrematados sabe-se lá por quem. Mas onde quer que estejam fedem com a catinga podre do fisiologismo, da corrupção e da falta de caráter e ideologia.
Movimentos sociais jazem gordos e inertes em seus leitos de lençóis de linho, longe de representar qualquer indivíduo, muito menos a sociedade.
Então podemos concluir apenas uma coisa. Nossa política morreu e jaz insepulta pelos quatro cantos do Brasil.
 E esta matéria podre que de sua decomposição resultou não serve nem para adubo. Temos que enterrar políticos, partidos e seus proprietários o mais rápido possível. Só assim conseguiremos fazer renascer um país justo e melhor para todos os brasileiros.
O problemas é que os fantasmas que jazem e esvoaçam pelo Alvorada, pelo Planalto, pela Praça dos Três Poderes e por todos os Palácios, Sindicatos e Comitês Partidários do Brasil querem ressuscitar e voltar a nos assombrar. 
E pior é que querem ressuscitar as nossas custas. Fazendo manobras desonestas e sem nenhum escrúpulo, tentam impingir um novo Fundo partidário, o voto no Distritão (tipo Venezuela) onde votaremos e eles escolherão nossos representantes, a Emenda Lula e otras cositas más.
Não é mais cara-de-pau! É safadeza mesmo!
Eles mataram a política brasileira, deixaram os corpos insepultos e querem nos cobrar o féretro.
Chega! Está na hora de enterrarmos esta corja no passado. E,  enquanto este bando, de sem caráter e sem-vergonhas, não faz a passagem para o Quinto dos Infernos, vamos proporcionar-lhes, à todos, uma confortável estadia. 
Estadia perpétua na Papuda ou em Curitiba!


sábado, 24 de junho de 2017

UNE...União Nacional do que mesmo?





A UNE (União Nacional dos Estudantes), autoproclamada entidade representante única dos interesses dos estudantes brasileiros, nunca foi uma entidade que congrega anjos.
Se pensarmos, com um pouquinho de criticidade, poderíamos dizer, até, que a tempos deixou de ser uma entidade que congregue ou que tenha em seus quadros pessoas honestas e que trabalhem em prol da nação.
A UNE deixou a muito tempo, se é que representou algum dia, de representar os interesses dos estudantes brasileiros. A UNE virou uma máquina de apoio ideológico aos partidos da esquerda falida brasileira. 
E um trampolim ou picadeiro para oportunistas e aprendizes de políticos corruptos. Sua pauta não interessa a nação brasileira tampouco aos estudantes do Brasil. Sua pauta é ideológica, rançosa e retrógrada e ecoa os mantras de sempre da esquerda pregando a intolerância, o retrocesso e o caminho ao totalitarismo de esquerda.
Nos seus quadros, além dos oportunistas de ontem e de hoje, podemos encontrar, especialmente nos quadros diretivos da União dos Estudantes atuais e de outrora, representantes e próceres da indigna política brasileira.
O que pensar de uma instituição que teve como ex-presidentes políticos da laia de Lindberg Farias, José Serra, Aldo Rebelo e Orlando Silva? Todos enrolados até o pescoço nos escândalos políticos que pululam nosso país. Pode-se inferir que ali, na gestão da dita ‘entidade estudantil’, temos uma eficiente máquina de formação de políticos e sem-vergonhas.
Mas até o que já era ruim consegue piorar! 
A UNE já teve a presidência anterior ocupada por uma jovem chamada Carina Vitral que comportou-se como um macaco de auditório do PT e de Dilma Roussef.
A UNE enrolada em acusações de desvio de verbas federais e, que ainda não foi condenada, porque os mesmos políticos que por ali fizeram carreira e nome, sepultaram a CPI que investigaria os mal-feitos de nossos 'estudantes'.
A UNE que acha que lutar pelos direitos dos estudantes é fechar ruas, prejudicar o trabalhador que não consegue voltar para casa e quebrar lojas e propriedades públicas e privadas.
A UNE reacionária ao extremo com qualquer ação governamental que tente limitar a balbúrdia de seus próceres ou que corte a verba pública que fluia e sustentava estes vagabundos que fazem qualquer coisa menos estudar.
A UNE dos estudantes profissionais que levam 10, 20 anos, ocupando vagas em Universidades públicas, sem ir a aulas e só fazendo política e outras cositas más, proibidas por lei é óbvio.
É esta UNE que ser arvora a querer ‘defender’ nossa educação, nossos estudantes e nosso futuro. Deus nos livre!
Agora nossos estudantes profissionais conseguiram algo inédito. Elegeram a cidadã Marianna Dias sua nova presidente (é presidente viu, não presidenta). 
Elegeram uma cidadã que segundo consta não é estudante. Homessa! Só no Brasil a presidência de uma entidade estudantil nacional é ocupada por uma pessoa que não é estudante.
Não que isto seja novidade na UNE. Lindberg Farias que presidiu a entidade no impixamento de Collor aproveitou a fama e o palco, abandonou a faculdade e foi enriquecer na política. Hoje está enrolado até o pescoço na lava-jato. Com sorte será defenestrado da política nas próximas eleições.
E pio,r a cidadã Marianne, segundo informações divulgadas na imprensa, não só não é estudante como cursou,ou melhor ocupou uma vaga inutilmente, por 14 (quatorze) semestres em um curso de pedagogia em Instituição pública. 
Pasmem! O curso dura, regularmente, oito semestres. Esta moça ficou gastando dinheiro público quase pelo dobro do tempo do curso. Ocupando uma vaga que poderia ser de um estudante que quisesse estudar de verdade. E pior ela não se formou.
Bom este fato, não ter se formado, pode ter sido uma benção. Imaginem na escola de seu filho uma pedagoga que, sabe-se lá por que, levou mais de 14 semestre para formar-se.
 Que moral ela teria para ‘cobrar’ de colegas ou alunos. Que experiências e vivências teria para relatar e orientar seu filho e os outros alunos? Seria um caos!
Ainda bem que nos livramos por enquanto desta pedagoga. Claro que há o risco, enorme, de que ela vire política e, ajude a destruir o país de outra forma mais danosa.
Esta é nossa União de Estudantes. A mesma que chafurdando na lama e do alto de sua incoerência combate outras iniciativas, até judicialmente, de criar representações estudantis isentas no Brasil. Entidades como os Estudantes pela Liberdade, entre outros, que vêm nascendo da inconformidade dos verdadeiros estudantes abandonados pela UNE.
Por isso a pergunta: o que quer dizer UNE mesmo? 
União Nacional dos espertalhões, das esquerdas, dos escroques?
De estudantes não é mesmo! Mas a percepção do que é, do que faz e quem são e foram seus dirigentes, faz-nos começar a entender os motivos da educação brasileira ser tão ruim.

Com uma entidade estudantil desta laia só poderíamos ter a educação de bost.., quero dizer, péssima, que temos!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Cuidado com a armadilha Bisol!





Punição dura, direta e imediata é o que merecem todos os corruptos e corruptores que nos empurraram para o buraco. No popular, CANA DURA! 
Regime fechado, marmitex, obrar de cócoras, familiares revistados após esperarem na fila. Enfim tratamento de cidadão comum, sem privilégios é o que esperamos que todos eles recebam. Até porque de privilégio em privilégio vejam onde nos levaram.
Dura lex é o que merecem aqueles que deviam por ofício e por convicção cívica conduzir o Brasil ao futuro e, ao contrário apenas locupletaram-se dando uma banana para o país e o povo.
Mas neste duro caminho da moralização do Brasil devemos ter cuidado com as generalizações e com as armadilhas que esta sucia coloca no nosso caminho. 
Tomamos as ruas da corja esquerdista, mostramos que os espaços públicos pertencem, democraticamente, a gente decente do país. Não podemos deixar com que eles nos ‘enrolem’ e usem para fazer o trabalho sujo deles.
Por que digo isto? Analisando os descaminhos de nossa política e o desespero de todos (políticos, sindicalistas, ‘estudantes’ da UNE e aquele bando que cresceu e vicejou mamando nas tetas da ‘viúva’) percebo uma lógica nas suas pautas e discursos.
Eles tentam colocar todos e tudo na mesma vala. Algo do tipo: ‘roubei, mas todos roubaram’; ‘não corrompi, fui corrompido por capitalistas inescrupulosos”; ‘a culpa é do capital’, e por ai vai.
Não tenho corrupto ou bandido de estimação, não sou nem fui filiado a nenhuma destas quadrilhas que se autointitulam partidos políticos. 
Para mim são ladrões aqueles que se venderam do PP, PDT, PRB, PC do B ou qualquer outro. Tanto quanto os que desviaram recursos como PT, PSDB, PMDB et caterva. 
Da mesma vala são aqueles que usaram da máquina pública em proveito próprio como o demagogo PSOL. E principalmente aquele partido que fez tudo isto e muito mais tentando implantar um projeto ditatorial. Corrompeu, roubou, vendeu e enriqueceu seus próceres, o PT.
Todos sem exceção, comprovada suas faltas devem sofrer punições exemplares. Tanto as agremiações como os indivíduos por trás delas. 
Que não sobre pedra sobre pedra!
Só que a punição deve ser dura sim. Atingir a todos sem ressalvas e exceções. Mas deve ser proporcional ao mal feito. Quanto mais grave maior deve ser a punição. Mais dura deve ser a pena, tanto para o partido quanto para os indivíduos envolvidos.
E ai mora o perigo da generalização. Colocar todo mundo no mesmo saco. Tratar igual quem se vendeu e quem roubou, comprou, vendeu e deixou roubar. Esta é a dita ‘armadilha Bisol’.
Para quem não lembra a armadilha Bisol consiste por todo mundo no mesmo saco, honestos e corruptos e ai forçar uma saída salvadora para todos. 
Perde o povo ganho os safados!
Em 1993, a PF apreendeu 18 caixas de documentos na casa de um diretor da Odebrecht (sempre ela). Segundo os investigadores, os documentos indicavam “a existência de um cartel das grandes empreiteiras para fraudar as licitações de obras públicas”. Os documentos indicavam também que a Odebrecht havia distribuído propina a dezenas de parlamentares. José Paulo Bisol, relator da CPI das Empreiteiras e candidato a vice-presidente na chapa de Lula (sempre ele) em 1989, passou à Veja uma lista com mais de 200 políticos que, segundo os documentos da Odebrecht, teriam recebido presentes. Tratava-se de uma armadilha: a armadilha Bisol.
Na realidade, muitos dos parlamentares citados haviam recebido apenas brindes da empreiteira, como calendários e agendas. Quando José Paulo Bisol misturou os corruptos aos inocentes, os corruptos foram inocentados. A CPI das Empreiteiras, desmoralizada, foi arquivada. E a Odebrecht continuou com seu cartel e com seus pagamentos aos políticos.
É isto que os corruptos, à esquerda e à direita, estão tentando fazer. Por todos juntos. ‘É caixa 2, todo mundo faz caixa 2” dizem. ‘O PT roubou, mas o PSDB e o PMDB também’, dizem outros. 
Aquela senhora que já nos presidiu chegou a insinuar que as afirmações dos delatores sobre ela eram delírios mas sobre os outros eram verdades. Atentam contra nossa inteligência!
Tudo é crime, ou quase tudo! Temos de graduar estes crimes e puni-los de acordo com a gravidade.
Nas últimas eleições presidenciais não era crime receber dinheiro de empresas (pessoa jurídica). E quase todos receberam, até porque estas ‘empresas’ fizeram questão de ter todos no bolso.
E ai como graduar isto? Simples. Recebeu dinheiro limpo via caixa 1, tudo legal. Recebeu dinheiro de propina ou dinheiro sujo via caixa 1 mas não sabia que era dinheiro sujo e não participou de ações de corrupção, puna-se o doador. Recebeu dinheiro sujo via caixa 1 e tem culpa no cartório, cana-dura, perda de direitos políticos e devolução do dinheiro com multa (o bolso ainda é a parte mais sensível).
Dinheiro, mesmo limpo, via caixa dois é crime, puna-se duramente. Dinheiro sujo via caixa dois, punição mais dura ainda. Ao corrupto, a empresa e ao partido. 
Enriquecimento ilícito, pior ainda, cadeia dura. Prendam e joguem a chave fora, tirem direitos políticos, cassem o registro dos partidos envolvidos.
Se não sobra ninguém, azar. Começaremos do zero, talvez seja até melhor.
Só não podemos entrar na conversa de que são todos iguais porque senão o capo de tutti capi, o ninefingers, vai escapar.
Vamos as ruas protestar de olhos e ouvidos abertos. Punição para todos, sem distinção.
Mas lembremo-nos que se quase todos receberão caixa 2 e se muitos roubaram e locupletaram-se, apenas um partido e seus próceres roubaram, corromperam e deixaram roubaram.
Apenas o PT vendeu o sonho dos brasileiros em troca de poder e de riqueza para seus ‘chefes’.
Olhos abertos, grito na garganta e vamos tomar as ruas.
Prisão aos corruptos!
Prisão ao maior dos corruptos LULA!

O Brasil renascerá das cinzas destes crápulas.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

A Universidade Pública é o Lixo da Política Parte I



            Cada vez que penso no futuro da política no Brasil acomete-me uma grande desesperança, quer no presente quer no futuro. Também com nossos políticos só poderias perder toda a esperança, dirão alguns. 
             Não, não é por isso. Se fossem só os políticos e o sistema partidário, o choque de ações como a Lava-jato somado as manifestações de rua acabariam por surtir efeito, resultando em uma grande profilaxia que expurgaria as hordas de políticos corruptos, corruptores e seus asseclas do poder secular quer seja em Brasília quer seja nos mais distantes rincões da Nação.
            Minha desesperança vem de algo mais profundo, de minha alma e da constatação crítica de que a situação política brasileira é algo mais grave e duradouro.
           Primeiro se olharmos, despidos de lentes ideológicas ou da máscara do personalismo, veremos que desde nosso Congresso Nacional a mais singela Câmara Municipal, os políticos que ali habitam representam de forma precisa a sociedade brasileira, com suas virtudes e mazelas.
            Estão ali os radicais, os representantes das diversas fés (e aqueles que delas se aproveitam), os espertalhões, os sinceros, os mentirosos, os semi-analfabetos e os pseudo-intelectuais. Nossos políticos são um retrato nu e cru de nossa sociedade. Os corruptos que ali estão representam, sim, o cidadão que vocifera contra estes mesmos corruptos, mas não se envergonha de furar a fila, de jogar lixo no chão ou de dar uma ‘cervejinha’ ao guarda. Admitamos ou não a política brasileira espelha a alma de nossa sociedade.
            Até ai podemos antever algumas saídas. Se colocarmos o dedo na ferida, fizermos o mea culpa, reconhecermos a verdadeira face de nossa sociedade talvez tenhamos um caminho para salvar nossa política e consequentemente nossa Pátria que ainda não é Nação.
            Vejam não estou (e estou também) criticando o indivíduo, o brasileiro e, sim o reflexo de suas atitudes na sociedade que o espelha. Política desde a Grécia antiga é a arte de viver na pólis (cidade), ou seja, é a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados. É por óbvio essencial a vida em sociedade e se espelha exatamente na sociedade que a acolhe. Os políticos são os atores, os entes humanos (ou animais, dirão outros) que gerenciam a pólis, portanto são reflexos dela (sociedade), até porque são escolhidos (eleitos) por esta sociedade.
            Esta é uma das razões de minhas inquietações, pois se a política reflete a sociedade como um espelho, para mudarmos a política temos de mudar a sociedade. Isto vem ocorrendo no Brasil e de forma não tão lenta, mas ainda é longo o caminho a ser percorrido e um dos fatores que podem acelerar esta transformação é a educação e aqui mora a principal razão de minha desesperança: a Universidade brasileira, especialmente a Universidade pública brasileira.
            Por que? Porque devemos considerar que a política em sociedades mais ou menos democráticas, como a nossa, é feita pela eleição de prioridades e vontades de uma maioria. A vontade da maioria é o reflexo da média das vontades dos indivíduos que nela vivem, portanto pode ser considerada como medíocre. A mediocridade não é um defeito ou xingamento apenas a constatação de que está dentro da média, que não é algo que seja um disparate aos olhos da grande maioria. 
                  Esta é uma característica da democracia, que pode ser vista como virtude mas que também é seu grande defeito, ou seja, a democracia como regime é medíocre. Mas como disse Winston Churchill (em 1947) “a democracia é a pior forma de governo, à exceção de todos os outros já experimentados ao longo da história”, talvez no futuro possamos ter outro regime melhor, mas por hoje é o que nos resta e, isto não me impede de considerá-la, neste ínterim, medíocre.
                        Bom então para alterarmos o status quo de nossa política é preciso melhorar nossa democracia, qualificando-a, elevando-a acima da média, suplantando a mediocridade. E como se consegue isto? Com educação, com formação crítica e qualificada, com a maturação de uma massa pensante que fomentará a mudança.
                        E este é o busílis da cizânia. Onde estão os loci desta formação/transformação? Estão nas Universidades brasileiras, especialmente nas Universidade públicas. Mas nossas Universidades públicas estão tomadas de profissionais medíocres (agora no mau sentido), politiqueiros, acomodados, na sua maioria sonhadores utopistas da esquerda falida. Nossas Universidades foram totalmente aparelhadas, tornaram-se reféns de sindicatos de servidores, são corporativas e em quase nada servem para atender os anseios da sociedade.
                        Como esperar que a fagulha da transformação saia de um ambiente contaminado por ideias e ideais ultrapassados e rançosos, como esperar que aparelhos corporativistas, do que há de mais torpe na política brasileira, possam fomentar a transformação do país, acabando exatamente com aquilo de que se alimenta.
Difícil, muito difícil. Na Universidade pública brasileira se faz pouca análise de conjuntura, pouco se propõe, menos ainda se executa, mas se faz muito barulho, muita crítica e principalmente muita política ou melhor muita politicagem. O ambiente da Universidade publica virou um cadinho onde funde-se e prolifera o que há de mais torpe na nossa política. 
Não há que se estranhar pois foi este o local da gênese de boa parte dos partidos de esquerda e centro-esquerda no Brasil. O PT e o PSDB (sim, meus caros, embora os petistas afirmem o contrário, social democracia é um pensamento de centro esquerda, comentarei isto em outra postagem) se originaram na USP. PSOL, Rede e PSTU nasceram a partir de ações em Universidades e Institutos Federais e nos sindicatos a eles ligados. O PC do B sobrevive nas Faculdades de Ciências Humanas e nas Uniões Estudantis Brasil afora.
Por isso afirmo que a podre política brasileira mais do que refletir parte de nossa sociedade foi idealizada e gestada nos espaço onde deveria ser modificada, pensada, criticada e melhorada, a Universidade pública.
O jogo político neste espaço é ainda mais duro e mais sujo do que nos legislativos e executivos do Brasil. Na política Universitária se joga duro e sujo pois os valores envolvidos são astronômicos, a possibilidade de cargos e ganhos é enorme. Dali saem parte de nossas lideranças já batizadas a ferro e fogo nas práticas que levarão a seus Gabinetes.
Hoje se observarmos além do aparelhamento quase total e de uma política de eliminação do pensamento contrário, as gestões das Universidades públicas foram tomadas de assalto pelos partidos políticos de esquerda. O PC do B controla a UNE e o movimento estudantil, O PT (que vem perdendo espaço), PSB, PSOL (que vem crescendo neste espaço), PSTU e Rede dominam as reitorias e gestões. 
Vemos ai que as esperanças de uma Universidade transformadora desaparecem na fumaça fétida que advém dos gabinetes universitários aparelhados, medíocres e reacionários (sim a esquerda pode e é reacionária, assunto para outra postagem).
Por isso minha desesperança cresce exponencialmente, pois não vejo saída próxima para a situação atual. Pelo que me concerne o ambiente Universitário não é reflexo das políticas públicas e dos políticos brasileiros, é ele (o ambiente universitário) que é refletido naqueles. Foi na Universidade pública que originou-se e que alimenta-se o pensamento político brasileiro. E, é nessa sujeira que se faz a política, ou melhor politicagem,  da Universidade pública brasileira. Comentar tudo o que penso e as possíveis soluções para a política universitária no Brasil é muito para um texto apenas, por isso continuarei minhas elucubrações na próxima postagem.
Creio que só uma reflexão dura e sincera, doa a quem doer, com a admissão daquelas verdades que ninguém quer admitir poderá dar-nos alguma esperança de futuro. Para alguém que como eu foi professor de Instituição Federal toda a vida é frustrante admitir certas verdades e, mais ainda, é doloroso aceitar nossa impotência em tentar transformar as coisas.
Portanto encerro estes pensamentos com uma afirmação que corroí minh’alma e amargura meu coração só pelo fato de ter de proferi-la, mas que é fundamental à minhas esperanças no futuro. Como diziam os romanos veritatis simplex oratio (a verdade dispensa enfeites), desta feita concluo que:
            A Universidade Pública é o Lixo da Política brasileira.


                                                                                  Segue...